| 120. Escolinha de Natação - 15/01/01
Estou com a idéia de montar uma escolinha de natação , e
gostaria de saber como devo administrar e se vocês conhecem algum projeto
em que eu possa consultar para melhor me organizar e começar a botar em prática
minha ideia - Paulo - Estudante de E.F Olá Paulo,
tentamos pela net encontrar algum projeto ou monografia sobre escolinhas de natação
mas nada encontramos que valesse a pena. Portanto, o que aconselhamos a você,
e que geralmente funciona, é fazer diversas visitas em academias de natação
de sua ou outras cidades fora de seu estado. Essas visitas, muitas vezes, nos
permitem trocar idéias com os colegas proprietários das academias,
ver novidades e boas idéias. Em alguns casos nem é bom se identificar
nem falar de seus interesses, pois pode ser mau interpretado e podem pensar que
quer copiar. Mas o objetivo não é este na verdade. Quando vemos
o trabalho de outras pessoas temos embasamento para tratar e bolar o nosso próprio,
com nossas próprias tendências e criatividades. Abaixo
selecionamos alguns livros que poderão ser úteis a você.
Academias:
Estratégias para o sucesso Academia:
Estrutura Técnica e Administrativa Academias
e Companhias Marketing
de Academia Administração
e Marketing nas academias Um abraço e boa sorte
! 121.
Artigos sobre Futebol - 20/01/01 Gostaria de receber informações sobre dois
assuntos de meu interesse: 1. Artigos sobre análise e observação das ações
técnicas no futsal ou no futebol de campo; 2. Artigos ou referências
bibliograficas sobre treinamento mental no futebol. desde já agradeço - Alexandre
- Prof. E.F Olá Alexandre, uma boa dica é
você procurar a Revista Brasileira de Ciências do Esporte e Revista
Brasileira de Ciência e Movimento , na biblioteca da Faculade de E.F.
de sua cidade e verificar, principalmente números antigos. Existem diversos
temas ligados ao futebol que provavelmente vão lhe atender muito bem. Em
português :
Entre em
http://www.cev.org.br/biblioteca/index.html e insira a palavra futebol
e depois treinamento mental , em search. Algumas teses a respeito:
http://www.eef.ufmg.br/Mestrado/dissmauro.htm
Pesquisa: ufmg:http://www.eef.ufmg.br/Mestrado/dissGuilermo.htm
Em Inglês: http://healthgate.nbci.com/getcontent.asp?siteid=nbci&docid=/medline/2000/04/2025/6649&doctype=1
(efeito do direcionamento neuropsicológico no atleta ) Treinamento mental
no futebol: http://www.apa.org/monitor/nov99/in2.html
http://darkwing.uoregon.edu/~micropub/cgi-bin/htgrep.cgi?file=%2F%2Fhome1%2Fmicropub
%2Fpublic_html%2Fcatalog.html&isindex=psychological+soccer+training++
http://www.apa.org/releases/teamstress.html
(estresse pode atrapalhar a performance) Livros:
Trabalhos
técnicos para futebol Esporte:
Introdução a psicologia Um abraço !  122.
Que atividade hipertrofia mais a caminhada ou a corrida ? 21/01/01 Gostaria
de saber qual a melhor atividade para uma boa definição da musculatura dos membros
inferiores sem a prática da musculação : corrida ou caminhada ?
Ana - estudante E.F
Olá Ana, respondendo a sua dúvida, a resposta é a corrida. Por ser uma atividade
mais intensa que a caminhada e causar maior acúmulo de ácido lático.
Segundo Mcardle, 1992, o aumento no tamanho dos músculos esqueléticos observados
com o treinamento de força podem ser encarados como uma adaptação biológica fundamental
a uma maior carga de trabalho. Parece que a exigência primária para
iniciar a hipertrofia muscular é um aumento na tensão ou força
que o músculo precisa gerar. De fato, uma maior produção
de tensão pelo músculo estimula a hipertrofia, independentemente
de inúmeras influências hormonais. Então conclui-se que quanto maior
a carga de trabalho, maior a hipertrofia.  123.
Hiperlordose - 23/01/01 A Hiperlordose é mais frequente em mulheres?Estatisticamente
existem mais casos de hiperlordose em mulheres ou em homens? Como saber mias sobre
este desvio postural ? como ele pode ser corrigido? Allan Soares - Universitário
Olá Allan, em nossa pesquisa não foi encontrado
nada que comprovasse que há mais casos em mulheres que em homens. Mas,
encontramos uma literatura que afirma existir sim uma maior incidência de
casos em mulheres grávidas, ou seja, quando o útero da mulher cresce
com a gravidez, tanto em peso como em tamanho, a pelve é puxada para frente
trazendo muito estresse nos ligamentos da região lombar e sacral. Com isso
há uma mudança no centro de gravidade da mulher. Os músculos
do abdômem ficam mais fracos e se alongam e os músculos da região
lombar ficam encurtados, causando a hiperlordose (para evitar é preciso
fortalecimento dos músculos glúteos, quadríceps e abdominais
e ainda alongamento de flexores de quadris e lombar ) AFAA, 1995. No
livro Exercícios Aquáticos Terapêuticos, a hiperlordose é
dita como um problema da coluna lombar causado por um encurtamento nos flexores
do quadril ou nos extensores das costas, associados a músculos abdominais
fracos. Os músculos encurtados devem ser alongados e os abdominais, fortalecidos.
Ainda é importante fazer a correção da inclinação
pélvica em várias posições corporais para educar os
músculos abdominais a trabalhar em um nível mais baixo o tempo todo.
A hiperlordose também pode se explicada como um exagero ou uma
acentuação da curvatura lombar que está diretamente relacionada com a retificação
cervical e com o aumento da cifose dorsal. A etiologia mais freqüente das hiperlordose
são os distúrbios músculo-esquelético do ilíaco psoas e dos ísquios surais. Nas
patologias ósseas, a freqüência maior está relacionada às espondilolisteses e
pseudo-espondilolistese que produzem o deslizamento intervertebral freqüentemente
localizados entre a 4ª e a 5ª lombar e a 5ª lombar e 1ª sacra.
http://www.fen.ufg.br/revista2/Levanta.html
(Uma pesquisa sobre lordose em crianças) 
124. Melhor série de Hipertrofia na Musculação
- 24/01/01 Qual seria a melhor serie para hipertrofia na Musculação, 3x15
,3x10 ou 3x12? -Carlos Alberto - Estudante.
Oi Carlos!
Segundo o modelo de Michael Yessis, PhD
- A margem de séries para se conseguir um bom ganho de hipertrofia
fica entre 7-12 repetições com intervalos de 1,5-2 min entre elas
com rítmos lentos a moderados utilizando cargas em torno de 80-90% de 1RM
(repetição máxima). Embora alguns autores digam ser possível
variar de 6-15 repetições, constata-se que são as de 10-15
que trazem melhor estímulo no crescimento muscular . Mas é claro,
respeitando o grau de condicionamento / treinamento de cada indivíduo .
A carga deve ser apropriada devendo-se aumentar o número de repetições
de acordo com a progressão do treinamento, dentro das margens de hipertrofia.
Treinar com cargas muito elevadas e manter a execução do exercício
dentro de uma amplitude de movimento completa das articulações envolvidas
pode ser extremamente difícil, especialmente entre os principiantes, os
quais só pensam levantar mais e mais cargas para satisfazer o ego, mas
não em respeito ao princípio da sobrecarga . Desta forma, é
muito comum observar uma redução da amplitude do movimento em detrimento
de uma maior sobrecarga, resultando, portanto, uma perda de flexibilidade, desequilíbrios
de força entre diferentes ângulos da articulação e
uma maior predisposição à lesões quando a musculatura
for estressada em seu ponto de distensão. Pedimos
opinião para alguns Consultores do CDOF e eles gentilmente responderam:
Prof. César Augustus, Pós-graduado em Ginástica
Postural Corretiva em Mogi das Cruzes : - 10 com intervalos de 1,2 a 2 minutos
Prof. Luiz Domingues Filho, autor de vários livros como Manual
do Personal Trainer Brasileiro : - Depende do grupo muscular, mas fique com
10. Prof. Luiz Carlos de Moraes, Educador Físico, há
26 anos no Mercado do Fitness e Esportes e Consultor de alguns jornais na área
de Fisiologia do Exercício : - Esse assunto de hipertrofia muscular
é um dos que ainda geram muita polêmica. Entretanto, alguns fatores já estão bem
estabelecidos pela ciência como por exemplo o genético e o tipo de treinamento
mais ou menos adequado para esse ou aquele indivíduo. Para cargas pesadas que
permitam 10 repetições impedindo a 11ª, parece, tanto na teoria como na prática
ser fundamental. Existe a discussão de qual seria melhor ou teria mais
resultado: três ou uma série de 10 repetições. Quando comparadas, existem pesquisas
que defendem tanto uma como a outra e por isso mesmo não se tem uma definição
clara e acredito não haver diferenças significantes. Sabe-se que os efeitos da
hipertrofia estão relacionados com a liberação natural dos hormônios anabolizantes
tais como a testosterona e o de crescimento e, para que isso aconteça é necessário
treinar pesado. Com uma série a possibilidade de se atingir um percentual maior
de força é maior do que com três por razões óbvias. Com três séries, como a maioria
faz, as pessoas advogam um recrutamento maior de unidades motoras e isso pode
estar relacionado com a maior sensação de esforço percebido. Isso pode ser psicológico
ou não. Existem pesquisas de boa confiabilidade defendendo múltiplas séries
e também outras advogando série única. Como a maioria das pessoas hoje em dia
não têm muito tempo para fazer musculação ou outra atividade física, e são essas
mesmas pessoas a maioria dos nosso clientes, pode-se optar por um programa de
6 a 8 exercícios multiarticulares com séries únicas de 10 repetições usando-se
o método alternado por segmento. Outra vantagem de se trabalhar assim é na
questão da aderência ao programa. Como a literatura atual ainda sugere uma carga
de 85% a 90% da Força Máxima e repetições de 6 a 8 quando se deseja adquirir a
força pura, 70 a 85% da FM e 8 a 12 repetições para a força dinâmica e 40 a 60%
da FM com mais de 12 repetições quando o objetivo for a resistência muscular localizada,
o melhor para a hipertrofia ainda é repetições de 8 a 12. Agora, usar uma
ou três séries vai depender do cliente que temos em mãos e o bom senso para decidir.
Se for um atleta com tempo disponível... Referências a favor de séries
múltiplas: 1) Berger RA. Effect of varied weight training programs on strength.
Res Q1962 : (2): 168-81 2) Kramer JB, et al. Effect of single vs muitlple sets
of weight training : impact of volume, intensity and variation. J Strength Conditioning
Res 1997: 11 (3): 143-7 Referências a favor de uma série: 1) Feigenbaum
MS & Pollock ML. Strength training - Rationale for current guidelines for adult
fitness programs. Physician and Sportsmedicine 1997 : (2) : 44-& 2) Carpinelli
RN & Otto RM. Strength training - Single versus multiple sets. 1998: 26 (2): 73-84.
3) Chris JH, et al. Single versus multiple sets in long-term recreational weightlifters.
2000: (1): 235-242. Outras referências 1) DELAVIER Frédérick - Guia
dos Movimentos de Musculação - Abordagem Anatômica - Ed. Manole 2ª edição - São
Paulo S.P. 2000. 2) FLECK Steven J. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular
- 2ª edição - Porto Alegre - R.S. - Editora Artes Médicas Sul Ltda. - 1999. 3)
ZATSIORSKY, Vladimir M. - Ciência e Prática do Treinamento de Força - São Paulo
- S.P. - Phorte Editora Ltda., 1999. Prof.
Alfredo César, mestre em Motricidade Humana pela UNESP: É importante
lembrar que 75% do músculo esquelético é formado por água, 20% por proteína e
o restante consiste de sais orgânicos, enzimas, pigmentos, lipídios e glicídios
(McArdle, 1986). Todos os componentes da célula muscular ocupam espaço contribuindo
para a hipertrofia muscular: miofibrilas = 20 a 30% = grande tensão
sarcoplasma = 20 a 30% = metabolismo anaeróbio mitocôndria = 15 a 25%
= metabolismo anaeróbio gordura = 10 a 15% = dieta capilares = 3 a 5%
= metabolismo aeróbio + anaeróbio glicogênio = 2 a 5% = metabolismo aeróbio
+ anaeróbio + dieta tecido conectivo = 2 a 3% = contrações excêntricas
outras substâncias = 4 a 7% = met. aeróbio + aeróbio + dieta O músculo
também está composto por fibras de contração lenta (Ia e Ib), de contração rápida
(IIa e IIb) e intermediárias (IIc), sendo variada sua proporção, existindo pessoas
com predominância de uma ou outra (determinado geneticamente). Estímulos de baixa
intensidade recrutam as de contração lenta e estímulos de alta intensidade as
de contração rápida. As intermediárias só se esgotarão através de esforços de
relativa intensidade e duração. Os músculos que possuem poucas fibras de contração
rápida, quando submetidos a estímulos de alta intensidade apresentam hipertrofia
nestas fibras, mas não nas outras, ganhando em força, mas com discreto aumento
no corte transverso da massa muscular (hipertrofia). Assim, é necessário hipertrofiar
os outros tipos de fibras, as intermediárias e/ou lentas através de estímulos
de média intensidade (em relação as de contração rápida), porém elevados em relação
às intermediárias. Esses pesos permitem repetições entre 10 e 25. Vale lembrar
que as fibras lentas tipo Ia não sofrem hipertrofia, mas melhoram o processo de
oxidação, mas não a síntese proteica. Nas fibras lentas Ib há alterações de hipertrofia
quando estimuladas com um número de contrações superior a 25. Importante, as unidades
motoras com mais alto teor de excitabilidade envolvem as fibras de contração rápida
tipo II. As fibras de contração rápida são as que melhor se adaptam à hipertrofia.
Assim, pessoas com predominância de fibras de contração rápida obtém níveis superiores
de hipertrofia em relação as pessoas com predominância de fibras de contração
lenta (Rodrigues, 1990; 1992). Com relação a repetições,
alterações fisiológicas e grau de hipertrofia pode-se definir: de
1 a 5 rep. = > síntese de proteína contrátil = fibra IIb = grau de hipertrofia
3 (bom) de 6 a 12 rep.= > síntese de proteína contrátil + hipertrofia sarcoplasmática
= fibras IIa e IIb = grau de hipertrofia 4 (ótimo) de 12 a 20 rep. = hipertrofia
sarcoplasmática + > síntese de proteína contrátil = fibra IIc = grau de hipertrofia
2 (regular) > 20 rep. = hipertrofia sarcoplasmática = fibra Ib = grau de hipertrofia
1 (baixo) (Hatfield, 1985 citado por Rodrigues, 1990; 1992). Quando
o objetivo for hipertrofia máxima deve-se adequar os pesos e repetições a todos
os tipos de fibras musculares. Assim, deve-se trabalhar com diferentes níveis
de pesos e repetições enfatizando o grupo de fibras muscular que prevalece na
estrutura do músculo. Assim, pode-se usar diferentes métodos de treinamento como
pirâmide crescente (aumenta o peso diminuindo rep.) ou decrescente (diminui o
peso aumentando rep.), super-set (treinar 2 músculos antagônicos), série composta
(2 exercícios do mesmo grupamento muscular), pré-exaustão, etc. Tudo isso depende
do objetivo da pessoa, grau de treinamento, fase de periodização e deve ser prescrito
por um profissional de educação física especializado. Exemplos de variações
da sobrecarga para um treino avançado, com objetivo de hipertrofia: 1 a 2
grupos (séries) = 4 a 6 rep. = peso máximo = execução rápida com pausa entre as
repetições 3 a 4 grupos (séries)= 8 a 12 rep. = peso máximo= execução moderada
com pequenas pausas entre as repetições 5 a 6 grupos (séries) = 15 a 25 rep.
= peso máximo = execução lenta com tensão continua (Hatfield, 1985 citado por
Rodrigues, 1990; 1992) O número de grupos (séries), varia normalmente
de um a seis por exercício, havendo sempre intervalo entre eles. A escolha do
número de grupos, repetições e carga variam de acordo com os objetivos, nível
de condicionamento, individualidade e fase de periodização. Também é importante
lembrar que para se obter bons resultados com a musculação é preciso utilizar
a maior carga possível para o número de repetições estipuladas (Rodrigues, 1990;
1992).  125.
Derrame x Natação- 29/01/01 Sou professora de natação em minha
cidade. Dou aulas para todas as idades, mas um fato que aconteceu dias desses
me deixou preocupada. Uma senhora, deve ter 56 anos (+ ou _), faz aulas há
muito tempo na academia onde trabalho. Ela faz a primeira de Hidroterapia, e a
segunda de hidroginástica. Com o passar do tempo (desde o ano passado),
ela havia pedido para que eu a ensinasse a nadar. Todo o dia chegava ela e mais
uma senhora (que faz as mesmas aulas que ela) toda empolgada! Então começamos,
só que com uns 15 minutos antes de alongamentos (os que já faziam na hidroterapia).
Aprenderam rápido, já faziam pernadas e braçadas de crawl. Só que a duas semanas
atrás, na hora que entrou na agua sentiu dor de cabeça forte, mas não avisou ninguém.
Fez a aula de hidro/ natação e hidroginastica. Na aula de hidro vi que ela tava
com dores no peito e perguntei se estava doendo o braço. Ela falou que tinha dado
agulhada, e que já havia passado. Na hora que foi embora perguntei se tinha
passado a agulhada e ela respondeu que era porque não tinha tomado o remédio,
e que iria passar na farmácia ... e foi embora. Depois de uns dias ligou
falando que tinha dado começo de derrame, e que agora teria que fazer exercicios
lentos de apenas 30 minutos. O que vcs acham, o derrame pode ter sido por ter
forçado na aula de natação e hidro? Agradeço desde já RO Olá
RO, pedimos ajuda a alguns consultores, que gentilmente respondem a sua solicitação:
Prezada professora, infelizmente o derrame pode ter sido
ocasionado pelo esforço. Não querendo dizer que a natação
que gerou o derrame e sim que ela já estava propensa a tê-lo e com
o esforço acabou desenvolvendo. É muito importante antes de uma aula de
natação perguntar às alunas se estão autorizadas pelo médico à prática
da mesma, principalmente, a 3ª idade. Por isso que se recomenda hidroginástica
nessa fase em função do menor esforço que uma natação
pode provocar. Um abraço PROF.LUIS TAVARES ,TÉCNICO DA E.C.TAVARES
Você nao é a primeira pessoa que passa por uma situaçao de dúvida.
Na verdade, sua aluna deve tomar um remédio que tem a função de
regular o sistema circulatório. Sempre tome cuidado com alunos que têm
uma idade avançada, não importa sua frequência na academia.
Sua aluna nao tem nada haver com isso diretamente, mas com certeza você
pode ter iniciado o processo junto com a falta de informção dela. Convença
sua aluna a trazer uma declaraçao de saúde ou de limitações, de
seu médico, e assim você terá como analizar melhor a sua aula em
relação a esta pessoa. ok abraço Prof. César Augustus, Pós-graduado
em Ginástica Postural Corretiva em Mogi das Cruzes . Muitos
de nossos alunos são hipertensos e não temos a chance de descobrir, a não ser
que passem por exame médico antes de começar o programa de exercícios. Ao trabalhar
com pessoas mais idosas o ideal seria ainda medir a pressão arterial antes de
cada sessão de exercícios , mas isto fica um pouco longe da realidade das academias
atualmente e os próprios alunos se recusam a fazer, alegando que não são doentes.
Se ela já estava com a pressão elevada , o exercício pode sim ter contribuído
para aumentar mais. Alé de derrame , infarto e aneurisma podem ser desencadeados
por pressão arterial muito alta. Caberia checar que medicamento é este que ela
deixou de tomar, e, sem dúvida , pela questão de segurança, eu manteria a intensidade
do exercício mais baixa possível ( por ex. caminhada) até obter uma prescrição
e autorização médica por escrito. Profa.Mônica Marques - Especialista
em Fisiologia do Ex. (EPM) e autora de vídeos e livros sobre Hidroginástica. Geralmente,
RO, nas academias pedimos uma avaliação física e antes de
submetermos o indivíduo a qualquer tipo de teste, é empregado o
PAR-Q (clique), se o indivíduo
não passar, deve retornar ao médico e se o diagnóstico tiver
limitações para aquele indivíduo, deverá obedecer.
Certos indivíduos que procuram nossos serviços, muitas vezes, sabem
do risco que correm, mas mesmo assim querem arriscar, pondo em risco nossa responsabilidade
para com ele. Mas muitos nem imaginam que têm algum problema. Portanto,
sempre utilize o Par-Q para selecionar os grupos especiais. E fique tranquila
e siga os conselhos de seu médico para as atividades. Provavelmente, ela
terá que praticar atividades físicas supervisionadas pelo próprio
médico ou fisioterapeuta. Um abraço!
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