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785.
Condicionamento físico
para o voleibol - 22/11/03
Preciso
saber de alguma coisa relacionada a condicionamento físico especifico
para o voleibol. Frederico Rocha
Olá Frederico, quem contribui com a sua questão é
o Coordenador da Sessão de Voleibol Rogério
Frade(currículo),
veja o que ele responde:
É um assunto amplo e complexo. Você deverá
primeiramente conhecer sua equipe (tempo que jogam juntos, seja se paticiparam
de condicionamento físico e em que nível...) depois precisamos
fazer algumas avaliações e testes (peso, altura, impulsão,
velocidade, % de gordura, etc.) e verificar o nível de condicionamento
de cada atleta. Saber das dificuldades em termos técnicos para
podermos passar exercícios específicos e adequados.
Você poderá encontrar alguns livros que
falam sobre preparação física, porém específico
para o voleibol será difícil.
Portanto, o que sugiro é ler alguns livros sobre preparação
física geral e treinamento desportivo e consultar algum preparador
físico de voleibol profissional (Clubes). Um abraço -
Rogério
Livros sobre preparação
física - aqui (procurar pelo nome de treinamento desportivo)

786.
Pronto atendimento na convulsão-
24/11/03
Eu
gostaria de saber o que fazer em caso de convulsão, quais devem
ser os primeiros atendimentos? Ciça
Oi Ciça, quem lhe retorna é o Prof.
Fernando Barreiro, nosso Coordenador de Atendimento de Emergência(currículo):
A convulsão, independente da causa, possui
2 fases: a Tônico-crônica, onde o procedimento é
conter a cabeça da vítima para que não ocorram
outros traumas. A segunda fase é a de Relaxamento, onde lateralizamos
a vítima para evitar queda da língua e imediatamente fazemdo
limpeza da cavidade oral, principalmente se a vítima continuar
inconsciente. Atenciosamente. Fernando
787. Atendendo
a vítma engasgando com água - 24/11/03
Olá, quando uma pessoa que está
aprendendo a nadar engasga com a própria água e não
consegue tossir ou mesmo se tiver um ataque de tosse como devemos proceder
e porque muitas vezes acontece dessa pessoa não conseguir expirar
e apertar o peito? Obrigada. Silvana.
Oi Silvana, vamos ver o que o Prof. Fernando Barreiro,
nosso Coordenador de Atendimento de Emergência(currículo)
nos diz:
Bem,
vamos por partes.
Primeiro - não existe manobra para "retirar
" água da vítima, no momento, em casos de afogamento.
Segundo - isso está comprovadamente mais presente
em adultos, pois crianças têm o reflexo de imersão
dos mamíferos aquáticos, muito mais atuante do que os
adultos, onde a glote se fecha automaticamente no mergulho. Portanto,
se alguém se engasga com água, até por uma questão
de ação da gravidade, devemos aguardar que a água
percorra o caminho do esôfago, o que não representa risco
algum, ou, na pior das hipóteses, entre pela glote e ameace descer
pela traquéia, o que por si só já provoca o instinto
da tosse como defesa.
Se houver desmaio por conta de um engasgo prolongado,
deite a vítima, lateralizada para a direita e monitorize seus
sinais vitais. Lembre-se que a parada respiratória pode ocorrer
a qualquer momento e nesse caso necessitará de ventiliação
boca-a-boca, no ritmo de uma insuflação a cada 3".
Atenciosamente
Fernando Barreiro
788.
É obrigatório que os educadores físicos saibam
sobre atendimento de emergência? - 25/11/03
É obrigatório que os professores
de educaçao física, atuantes nas academias de ginástica,
possuam capacitação em atendimento pré-hospitalar?
Qual a estatística de acidentes em academias de ginástica?
Luiz Cajango
Oi Luiz, vamos ver o retorno do Prof. Fernando
Barreiro, nosso Coordenador de Atendimento de Emergência(currículo):
A lei diz que todo cidadão tem que fazer algo
pela vítima, ou seja: atender, auxiliar quem esteja prestando
atendimento ou solicitar auxílio. Em relação aos
profissionais de E. F., se existe a disciplina Socorros subtende-se
que o mesmo saiba o que fazer. Daí a ele saber mesmo, bem, aí
é outra história.
Sobre estatísticas, não há,
pelo menos que eu saiba. Atenciosamente. Fernando Barreiro
Comentário Prof.
Marcelo Brenzan, Maringá - Paraná: a
resposta é com certeza, segundo FLEGEL (2002) a partir do momento
que o professor aceitou ser responsável pela equipe, a lei entende
que ele torna-se responsável pela prestação de
atendimento emergencial, que faz parte de um dos 9 deveres legais de
um técnico. abraços!!!
789.
Epilepsia x lutas- 25/11/03
Gostaria de obter melhores informações
sobre pessoas que possuem Epilepsia e treinar esportes de lutas. Quais
cuidados especiais devem ser tomados?? Os mesmos podem praticar este
tipo de esporte??? Alberto Ribeiro
Oi Roberto, em atenção a sua questão nossa Coordenadora
de Fisioterapia Ft.Patricia
Costa Amâncio(currículo)
retorna o seguinte:
A epilepsia é uma doença neurológica
crônica que ocorre pelo aumento súbito e descontrolado
da atividade cerebral. Pessoas portadoras de epilepsia, possuem uma
cérebro mais vulnerável, assim, traumas adicionais poderiam
acontecer em esportes de luta, resultando num desgaste do tecido, agravando
o quadro. Porém, a prática de exercícios deve ser
estimulada e contribuirá para melhora de todas as capacidades
físicas e sociais do indivíduo, desde que orientada por
profissionais habilitados. Um abraço, Renata.
790.
Maratonistas x assaduras - 28/11/03
Gostaria de saber o que os corredores
de longa distância usam na virilha para que as mesmas não
sofram assaduras durante e depois das provas. Marilda
Oi Marilda, recebemos um retorno de dois colegas que são unânimes
em aconselhar, veja o que eles dizem:
Prof. Luiz Moraes
(currículo):
Olá Marilda! O mais comum é a vaselina.
Importante. Mesmo um produto aparentemente inofensivo, não custa
nada
conversar com um dermatologista de confiança para evitar alergias
desnecessárias. Um grande abraço
Luiz Carlos de Moraes
Prof. Luis Tavares(currículo):
Geralmente os corredores passam vaselina nas virilhas e nas axilas para
evitar assaduras. Um abraço. Prof. Luis Tavares
791. Lesões mais comuns
no atletismo - 28/11/03
Sou estudante de Educação
Física na Universidade Castelo Branco e estou fazendo um trabalho
sobre: Quais são os principais tipos de lesões nas provas
de campo do atletismo?+(arremesso de peso, de dardo, de disco, martelo).
Michele do Nascimento Riguêto
Oi Michele em atenção a sua questão dois colegas
nos retornaram, veja:
Prof. Luiz Moraes(currículo):
Olá Michele!
Pela lógica do ato motor da atividade, as contusões ocorrem
nas estruturas mais exigidas tais como os membros inferiores e principalmente
no membro superior de ação. Sendo modalidades unilaterais
é de se esperar que tendinites, distensões, contraturas
entre outras possam ocorrer nas estruturas ligamentares e ou musculares.
As articulações dos joelhos, a coxofemural, o ombro, a
cintura escapular e o cotovelo, geralmente são as com maior probabilidade
de vir a ter problemas nos lançamentos bruscos. O modo de se
evitar isso é a preparação física extra
atividade com musculação e alongamento visando melhorar
as valências físicas da força resistente, da potência,
da velocidade e da flexibilidade. O programa deve ser específico
a fim de manter em equilíbrio as cadeias musculares. Espero que
a resposta ajude. Luiz Carlos de Moraes
Prof. Luis Tavares(currículo):
as lesões mais comuns são as tendinites ou tenossinovites
do punho e distensões musculares do braço.
Um abraço. Prof. Luis Tavares
Leia mais:
Lesões
no Atletismo

792. Medidas do arremesso de
peso - 28/11/03
Gostaria de saber as dimensões do arremesso do peso e tamanho
do peso. Jackson
Oi Jackson, o Prof.
Luiz Moraes(currículo)
nos retorna o seguinte para você:
No século XVI, o rei Henry VIII celebrou as
suas façanhas nas competições da corte com os arremessos
de peso e martelo, e, no século XVII, soldados Ingleses organizaram
as competições de arremesso de bala de canhão.
As
regras da competição foram estabelecidas pela primeira
vez em 1860, quando o arremesso tinha que ser feito de um quadrado com
lados de 7 pés (2,13m). Isso foi alterado em 1906 por um círculo
de 7 pés de diâmetro. O peso do chumbo foi fixado em 16
libras (7,257 kg). Os arremessos com braço inclinado foram banidos
para iniciar então uma nova técnica, arriscada, mas eficiente,
onde colocava-se o chumbo no pescoço antes de arremessar. A ação
do passo lateral no círculo foi inventada nos Estados Unidos
em 1876. Em 1951, Parry O'Brien (EUA) aperfeiçoou a nova técnica.
Para uma posição inicial, olhando para
trás do círculo, O'Brien girou 180 graus para mover-se
na transversal do círculo antes de soltar o chumbo. Isto o ajudou
a quebrar a marca dos 18m (e subseqüentemente os 19m).
Em 1976, Alexander Barychnikov criou a técnica
rotacional, similar à usada no arremesso de disco, a qual se
tornou cada vez mais popular. A competição feminina de
arremesso de peso, onde o chumbo possui 4 kg, foi disputada pela primeira
vez na França, em 1917. O primeiro recorde mundial foi homologado
pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF) em 1934,
com o evento estreando em 1948 nos Jogos Olímpicos. Até
1927, as competições femininas também usavam chumbos
pesando 5kg.
http://www.atletismors.hpg.ig.com.br/modalidades.htm
Espero que a resposta ajude. Luiz Carlos de Moraes

793.
Tipo de tênis para maratonistas -
28/11/03
Olá, gostaria de saber porque os corredores de maratona não
usam os chamados tênis "air",que amortecem o impacto,
já que são tão eficazes. Qual o tipo de tênis
que eles usam? Jorge Handerson Roma Lima
Oi Jorge, veja o retorno
dos colegas do atletismo:
Prof. Luiz Moraes(currículo):
Olá Jorge! A escolha do tênis de corrida é muito
individual e ao contrário do que você afirma, muitos maratonistas
usam os amortecidos com ar. O tênis deve ser escolhido de acordo
com o tipo de prova, terreno onde vai ser disputada, o peso do atleta,
o tipo de pisada e etc. Dê uma olhada em: http://www.copacabanarunners.net/indequ.html
Espero que a resposta ajude. Luiz Carlos de Moraes
Prof. Luis Tavares(currículo):
alguns corredores chegam a usar sim mas geralmente esses
tenis costumam ser mais pesados dos demais por isso a preferencia dos
mais leves porem com um bom sistema de amortecimento. Um abraço.
Prof. Luis Tavares
794.
Idade ideal da criança
para iniciar no futebol- 30/11/03
Qual a idade ideal para a criança iniciar em uma Escola de futebol?
soleo
Oi Soleo, nosso coordenador
de futebol, Prof.
Ms. Fabio Aires da Cunha(currículo)
nos retornou o seguinte:
Soleo. Em
primeiro lugar, a criança deveria passar por uma atividade física
na qual pudesse desenvolver todas as suas habilidades, não somente
as relacionadas com o futebol. É interessante que a criança
aumente o seu acervo motor, desenvolvendo habilidades como: correr,
saltar, pular, arremessar, pegar, rolar etc. Por isso, não é
recomendado que as crianças se especializem numa modalidade esportiva
precocemente. Inúmeros autores avisam sobre os problemas da especilização
precoce.
Treinamentos seletivos para os esportes não
são necessários antes da fase pré-púbere
de desenvolvimento. A recomendação é não
aplicar uma organização formal de atividades no contexto
do jogo por diversão, adquirindo assim habilidades motoras (REILLY;
BANGSBO; FRANKS, 2000). Relatos de um estudo russo concluíram
que a especialização esportiva não deve começar
antes da idade de 15 ou 16 anos na maioria dos esportes (BOMPA, 2002).
Quanto a idade ideal para iniciar a prática
do futebol, segundo BOMPA (2002), a idade ideal para iniciar a prática
seria entre 10 e 12 anos; a idade ideal para iniciar a especialização
seria entre 14 e 16 anos, e a idade para alcançar o alto desempenho,
entre 22 e 26 anos.
Para BOSCO (1994), nos primeiros anos de formação
deve ocorrer uma preocupação com o desenvolvimento de
todas as capacidades e qualidades físicas requeridas para jogar
no alto nível nos anos subseqüentes.
Referências:
1) BOMPA, T. O. Treinamento Total para Jovens Campeões. Tradução
de Cássia Maria Nasser. Revisão Científica de Aylton
J. Figueira Jr. Barueri: Manole, 2002. 248 p.
2) BOSCO, C. Aspectos fisiológicos de la preparación física
del futbolista. Revisão e Adaptação de Jordi Mateo
Vila. 2. ed. Barcelona: Paidotribo, 1994.
3) REILLY, T.; BANGSBO, J.; FRANKS, A. Anthropometric and physiological
predispositions for elite soccer. Journal of Sports Sciences, [S.l.]:
Taylor & Francis, v. 18, p. 669-683, 2000.
4) WEINECK, J. Biologia do Esporte. Tradução de Anita
Viviani. Verificação Científica de Valdir Barbanti.
São Paulo: Manole, 1991. Cap. 5, p. 245-318.
5) WEINECK, J. Futebol Total: o treinamento físico no futebol.
Tradução de Sérgio Roberto Ferreira Batista. Verificação
Científica de Francisco Navarro e Reury Frank P. Bacurau. Guarulhos:
Phorte, 2000. 555 p.
795.
A Musculação
é benéfica para o futebol de alto nível?- 30/11/03
Até onde a musculação pode ser benéfica
para os atletas de futebol de alto nível sem ocasionar-lhes lesão?
Fernando Salcines
Oi Fernando, veja o que o Prof.
Ms. Fabio Aires da Cunha(currículo)
nos
informa:
Caro Fernando, se forem respeitados os limites
e as necessidades que cada um possui, a musculação é
uma ferramenta muito útil na preparação dos atletas
de futebol. "Os efeitos do treinamento de força são
bastante específicos, por isso os exercícios de força
devem simular os padrões dos movimentos do esporte o mais próximo
possível" (BARBANTI, 1996, p. 56).
O treinamento de musculação pode exercer
um papel muito importante na profilaxia de lesões, mas mal orientado
pode ocasionar uma série delas. O problema mais comum é
a má dosagem do peso inicial, ou quando o atleta retorna após
um período de afastamento, e utiliza as mesmas cargas anteriores,
ocasionando tendinites, dores lombares por enfraquecimento da musculatura
paravertebral e lesões ligamentares (RODRIGUES; ROCHA, 1985).
Uma boa massa muscular pode diminuir o risco de lesões (GRACE;
FLECK e FLAKEL, citado por REILLY; BANGSBO; FRANKS, 2000).
Segundo SCHMID e ALEJO (2002), o treinamento de força
é um complemento do programa de condicionamento físico
para o futebol. O principal durante o treinamento de força é
desenvolver a potência e a resistência de força (KUNZE,
1987). Portanto, se todas as avaliações e precauções
forem verificadas e for realizada a periodização, o trabalho
de força pode ser utilizado durante todo o período de
treinamento. É importante não esquecer que o trabalho
de força, principalmente em academia, deverá ser individualizado.
Pesquise mais em:
1)BARBANTI, V. J. Treinamento físico: bases científicas.
3. ed. São Paulo: CLR Balieiro, 1996.
2) KUNZE, A. Futebol. Colecção Desporto n. 10. Lisboa:
Estampa, 1987. Cap. 6, p. 129-141. (Condição Física).
3) REILLY, T.; BANGSBO, J.; FRANKS, A. Anthropometric and physiological
predispositions for elite soccer. Journal of Sports Sciences, [S.l.]:
Taylor & Francis, v. 18, p. 669-683, 2000.
4) RODRIGUES, C. E. C.; ROCHA, P. E. C. P. Musculação:
teoria e prática. 21. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1985.
5) SCHMID, S; ALEJO, B. Complete Conditiong for Soccer. Champaign: Human
Kinetics, 2002.
6) WEINECK, J. Biologia do Esporte. São Paulo: Manole, 1991.
7) WEINECK, J. Futebol Total: o treinamento físico no futebol.
Guarulhos: Phorte, 2000.
8) www.efdeportes.com
796.
Hipertrofia de membros
superiores compromete a agilidade de jogadores?- 30/11/03
Gostaria de saber se o fato do atleta ter um ganho de hipertrofia de
membros superiores vai alterar no seu processo de agilidade durante
os treinamentos? agradeço a atenção e aguardo breve
retorno. Alexey
Oi Alexey,o Prof.
Ms. Fabio Aires da Cunha(currículo)
retornou e diz
o seguinte:
Caro Alexey,
Você deve tomar muito cuidado com o treinamento
de força para um jogador de futebol. O atleta pode até
fazer um trabalho de hipertrofia para os membros superiores, mas essa
hipertrofia não pode ser exagerada, pois poderá prejudicar
o desempenho desse atleta. O ideal seria verificar constantemente o
desempenho. A medida que ele comece a ganhar massa muscular, é
necessário verificar por meio de testes se a velocidade e a agilidade
estão sendo prejudicadas, se isso ocorrer, o trabalho de hipertrofia
deverá ser interrompido. Observe que, um atleta de futebol não
necessita de uma grande massa muscular nos membros superiores. SCHMID
e ALEJO (2002) relembram que o treinamento de força é
um complemento do programa de condicionamento físico para o futebol.
O principal durante o treinamento de força é desenvolver
a potência e a resistência de força (KUNZE, 1987).
Espero que tenha ajudado. Um abraço, Fabio.
Veja também:
1) BARBANTI, V. J. Treinamento físico: bases científicas.
3. ed. São Paulo: CLR Balieiro, 1996.
2) BOSCO, C. Aspectos fisiológicos de la preparación física
del futbolista. Revisão e Adaptação de Jordi Mateo
Vila. 2. ed. Barcelona: Paidotribo, 1994.
3) GOLOMAZOV, S.; SHIRVA, B. Futebol: treino da qualidade do movimento
para atletas jovens. Adaptação Técnica e Científica
de Antonio Carlos Gomes e Marcelo Mantovani. São Paulo: FMU,
1996.
4) KUNZE, A. Futebol. Tradução de Ana Maria de Oliveira
Mendonça. Revisão Científica de Eduardo Vingada.
Colecção Desporto n. 10. Lisboa: Estampa, 1987. Cap. 6,
p. 129-141. (Condição Física).
5) SCHMID, S; ALEJO, B. Complete Conditiong for Soccer. Champaign: Human
Kinetics, 2002. 184 p.
6) WEINECK, J. Futebol Total: o treinamento físico no futebol.
Tradução de Sérgio Roberto Ferreira Batista. Verificação
Cient
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