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Para saber seu gasto durante a aula, faça esta operação abaixo: (Aeróbica
intensa) 10 x Peso(kg) x Tempo da Atividade (em min)/60 min. OBS: Este valor pode subir de acordo com a vigorosidade da aula, ou seja, o valor 4 (mets) foi tomado como padrão para uma aula calistênica. Quanto maior a intensidade dos exercícios praticada pelo aluno, maiores serão os resultados alcançados, podendo chegar a 10 (METS) |
Nos últimos anos o step training e a hidroginástica despontaram como as grandes estrelas do fitness em todo o mundo. O segredo de tanto sucesso é simples: além de eficientes no trabalho cardiovascular e até mesmo de resistência muscular, estas duas atividades oferecem baixíssimos riscos de lesão, desde que seja respeitada correta técnica de execução . Como se sabe o step diminui o impacto e na hidroginástica este simplesmente não existe, aliviando a tensão sobre as articulações. A fusão destas duas técnicas, portanto, dobra a margem de segurança contra lesões, garantindo a mesma eficiência, já comprovada, das modalidades em separado. Esta
nova técnica elimina qualquer risco de lesão que poderia
existir na prática do step normal. O hidrostep é uma alternativa segura para determinados grupos de alunos: pessoas que não têm boa coordenação motora, alunos com problemas de coluna e joelhos; pessoas que não conseguem se manter muito tempo de pé por problemas como a artrite. Os movimentos da aula são praticamente os mesmos de uma aula de step normal, mas para evitar turbulências na água, que poderá deslocar o hidrostep, é aconselhável que se utilizem exercícios menos explosivos. Recomenda-se que se faça a aula com no máximo 20 alunos, os quais devem ser alertados para que pisem no centro do step a fim de se evitar escorregões. |
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A música tem uma função especial dentro da aula de Hidroginástica e de maneira alguma deve ser abolida, ela até participa como estímulo para o Professor. A contagem verbal, feita por ele, sem dúvida tem seu papel importante, mas o estímulo do rítmo pode tornar tudo mais fácil para todos. Muitos Professores de forma errada estimulam os alunos a acompanharem os batimentos da música. Isso seria perigoso porque, normalmente, temos turmas heterogênias em nosso dia-a-dia. O ideal seria sugerir o rítmo e a intensidade ficar por parte de cada aluno individualmente. A não ser que o objetivo da aula seja alcançar uma intensidade específica, ainda assim devemos respeitar a individualidade de cada um. Segunda AFAA, a intensidade das músicas para Hidroginástica devem oscilar entre 124 bpm e 136 bpm, embora sejam bem flexíveis para um aumento em caso de turmas mais avançadas. Para circuitos, segundo Kruel,
de 110 bpm à 130 bpm. Professores devem considerar certos fatores ao selecionar uma música:
O ideal é que a música permita ao aluno trabalhar devagar ou rápido. Exercícios mais rápidos aumentam a resistência e os mais lentos permitem aumento de amplitude articular e maior flutuabilidade. Uma mistura dos dois permite uma variedade enorme de exercícios e ainda distribui a sobrecarga igualmente em diferentes partes do corpo. |
| Na flutuação a força do peso é igual a pressão de baixo para cima. Quanto mais profundo estiver o corpo maior será a pressão exercida sobre ele, ou seja, quanto mais pesado a massa corporal do indivíduo, mais afundará, embora, quanto maior o percentual de gordura do mesmo mais flutuará. É devido a propriedade de flutuação que o corpo se torna muito mais leve na água . Estudos feitos por Kruel, L.F.M e sua equipe, revelaram que o homem fica na água em média 9% à 15% do seu peso normal e a mulher em torno de 12% à 21% e podendo variar de acordo com a profundidade . Estando livre do seu peso normal, o indivíduo pode exercitar-se sem ter o peso do seu corpo sobre as articulações, que geralmente é causado em atividades feitas do lado de fora da água . Para calcular seu Peso Hidrostático (peso dentro d'água) na profundidade específica de sua aula, basta usar esta fórmula: PH = B0 + { B1 x pc (peso em kg) } Tabela de Profundidade
A profundidade ideal, segundo Mercês Nogueira, seria entre o apêndice xifóide até abaixo das axilas. Segundo Kennedy, 1989, quando os alunos se exercitam com a água à altura dos mamilos encontram dificuldades de vencer a inércia e a F.C é muito baixa comparando com a água ao nível da cintura. Mas ele recomenda que o ideal para a maioria das pessoas seja à altura dos mamilos, pois se ficarem muito imersos além desta profundidade o trabalho parecerá muito fácil e mais lento. Se for mais abaixo, o impacto aumentará. No caso do Deep Water, o colete e caneleiras facilitam a flutuação dos alunos proporcionando uma profundidade ideal.
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É a relação entre a massa de um dado volume de substância e a massa do mesmo volume de água. O gelo é menos denso que a água e por isso, flutua. Substâncias misturadas na água aumentam sua densidade. Exemplos:
"É
exercida igualmente sobre todas as partes do corpo imerso em repouso
a uma dada profundidade" (Pascal). A água na altura do pescoço faz aumentar :900 ml no tórax, 200 ml no coração e 700 ml no pulmão.
Influencia em algumas variações cardiovasculares. Quanto maior a temperatura, maior a F.C para qualquer aumento de consumo de Oxigênio. Dica: Se os alunos estiverem sentindo a água muito quente, durante a aula deixar que eles se resfriem no chuveiro frio. Temperatura ideal segundo AEA (associação Mundial de Esportes Aquáticos) De 27à 32 graus centígrados. Sendo a máxima : 32,5 graus (Temperaturas mais elevadas que esta podem causar ânsia de vômito e abaixar demasiadamente a pressão arterial) e mínima: 13 graus (sem que se chegue a hipertermia para adultos) Segundo Prof. Nino, 1997, a temperatura ideal para o treinamento é: 27 à 31 graus centígrados embora podendo treinar-se também em temperaturas mais baixas como 24 e 25 graus, mas é necessário um pré-aquecimento fora d'água. Comparação: TEMPERATURA DA PELE: 33 à 34 graus centígrados. Quanto mais quente a água mais nos sentimos cansados, a pressão arterial cai e a F.C sobe, e quanto mais fria mais dispostos nos sentimos e o gasto calórico é maior, devido a necessidade do corpo de gastar energia para equilibrar a temperatura corporal. Uma mesma temperatura do ar encontrada na água é sempre considerada mais fria por ser um meio de melhor condução de calor que o ar. Segundo Prof.Nino, 1997, é importante frisar que a exposição à temperaturas mais altas aumenta a elasticidade muscular , ajudando a aumentar o ângulo do movimento - prevenindo-se contra danos nos músculos durante o exercício. Ideal para indivíduos que sofrem de problemas articulares como artrite e artrose.
"Quando um corpo está completamente ou parcialmente imerso em um líquido em repouso, ele sofre um empuxo para cima igual ao peso do líquido deslocado " (Arquimedes). O empuxo, é a força que atua em sentido contrário à ação da gravidade. Pode ser usada como sobrecarga para resistir ou auxiliar, dependendo do sentido em que for executado o movimento. Para entender melhor o fator da flutuação clique aqui.
É a sobrecarga natural exercida pela água, dependendo da velocidade e amplitude com que se executa o movimento. Quanto mais veloz e maior a amplitude do movimento, maior a resistência. A área de superfície em contato com a água também é importante na resistência da água. O posicionamento do corpo e membros faz com que aumente ou diminua a resistência, ou seja, se elevamos os braços da perna a superfície temos menor amplitude se elevamos a perna. Os flutuadores e materiais comercializáveis hoje em dia além de aumentar a intensidade dos exercícios executados, adicionam a flutuabilidade dos mesmos. Alguns materiais são ergonomicamente desenhados para aumentar a resistência aos exercícios aquáticos em certas áreas do corpo sem causar estresse. Ex: caneleiras, halteres e luvas de espumas de alta densidade.
Está diretamente relacionada a resistência, pois o atrito entre as moléculas de um líquido é que causa a resistência. Um líquido mais viscoso flui lentamente (óleo) e um menos flui mais rapidamente como a água. A água é muito mais viscosa que o ar, porém se aquecida sua viscosidade diminui. No treinamento, adequamos a intensidade dos exercícios, graduando a velocidade e amplitude do movimento de acordo com os objetivos. Quando aumentarmos a velocidade estamos aumentando a intensidade dos exercícios . Fonte:
Parte deste texto foi consultado no livro: Hidroesporte, treinamento
complementar - Prof. Nino e estudos feitos pelo |
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Aquecimento: ( 3 - 10') Nesta parte da aula serão dados exercícios com balanceios, deslocamentos e exercícios básicos para movimentação da musculatura que vai ser empregada na aula . A intensidade dos mesmos deve ser o bastante para promover aquecimento e regulação térmica. O Professor vai adequar a intensidade à temperatura da piscina (dias frios - maior movimentação). Ainda , o Professor experimenta exercicios na profundidade em que eles vão ser trabalhados, na parte de condicionamento. Fase Aeróbica: (20 - 40') O propósito desta parte da aula é satisfazer o objetivo proposto pelo Professor, se for o condicionamento aeróbico, deverá desenvolver deslocamentos feitos com bom alinhamento postural e baixa intensidade, fazendo com que a temperatura e F.C subam gradativamente e lentamente. Caso o objetivo seja desenvolver força atingindo o sistema anaeróbico, deve buscar preencher o tempo com exercícios com pouca repetição e alta velocidade, sem ou com sobrecarga de acordo com o nível de cada aluno. O Professor pode combinar os dois objetivos dentro desta parte da aula. Resfriamento: (5') Tem o propósito de diminuir a F.C com movimentos simples e de pouca intensidade, preparando para a volta a calma (como exercícios em flutuação). Alongamentos: (5') Desenvolver nesta parte da aula a flexibilidade nos alunos com alongamentos para os grandes grupos musculares e relaxamento do corpo. |
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Obs: Alternar as articulações sobrecarregadas para diminuir o estresse (se o bíceps foi intensificado passar para o peitoral, por exemplo) Treinamento de Endurance Duração: Executar movimentos contínuos de 5-8 minutos para cada série, obedecendo as regras do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) para trabalhos cardiovasculares. Intensidade: Manter um nível de intensidade tal que possa executar exercícios contínuos coordenando os braços e pernas de acordo com a ACSM . Focalize o trabalho nos membros inferiores para conseguir melhores resultados e antes que se fique ofegante, diminuir a intensidade gradualmente. Mudar para outro exercício assim que sentir que a musculatura já estiver se fatigando. Descanso: Pausa ativa até diminuir a intesidade ao mínimo ou faça uma corridinha estacionária. Monitorar a intensidade: Através do teste da fala (o Professor tenta conversar com os alunos se eles não puderem responder é porque a intensidade está muito grande para eles) e pode combinar com a tabela de borg ou mesmo a medição da frequência cardíaca pela pulsação. (AFAA,1995)
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Instrutores de Hidroginástica devem ensinar a maioria de suas aulas do lado de fora da piscina, e estão sujeitos a gravidade. É sempre bom lembrar que devem usar um bom par de tênis, trabalhar sempre com segurança utilizando exercícios de baixo-impacto e se caso houver algum exercício de alto impacto, criar situações para demonstrá-lo assentados em uma cadeira ou de qualquer outra forma criativa, evitando demasiado estresse nas articulações. Deve ter cuidados especiais, em caso de locais abertos, com o excesso de sol e a desidratação. Usar sempre chapéu e filtro solar durante as aulas e sempre ter a mão uma garrafinha de água fresca para hidratação durante a mesma. Se o dia estiver muito calor, não exite em se resfriar de vez enquando dentro da piscina com os alunos. Dias de verão ou com altas temperaturas e humidade, dificultam o desenvolvimento do Professor nas aulas. Principalmente se ele não utilizar um microfone, é obrigado a se desgastar muito mais para ser entendido em dias de calor exagerado. O maior estresse dos Professores de Hidroginástica é sem dúvida, nas cordas vocais, devido ao excesso de esforço tendo que muitas vezes driblar o barulho vindo de aulas de Natação em conjunto com a própria música utilizada na aula e muitas vezes da falta do microfone. Além do barulho existe também o excesso de aulas ministradas pelo mesmo. É preciso estabelecer-se um limite para o número de aulas dadas, AFAA recomenda um número máximo de 20 aulas por semana, apesar de que cada Professor deve saber seu potencial para overuse de voz e cansaço e estabelecer seus próprios limites. A fim de melhorar as condições de ensino nas aulas e minimizar os riscos podem ser utilizadas alguns métodos: ENSINAR DA BEIRA DA PISCINA Prós Contras
Conselhos
ENSINAR DE DENTRO DA ÁGUA Poderá também ensinar de dentro, mas deve sempre se lembrar que os alunos não conseguirão ver seus movimentos dentro da água. Terá que utilizar estímulos verbais e comparações para ajudá-los. Os alunos devem ser bem experientes para que você decida ensinar lá de dentro . Prós
Contras
Conselhos
COMBINANDO OS DOIS MÉTODOS Muitos Professores ensinam tanto de dentro como de fora da piscina. É um equilíbrio para o conforto dele próprio, sem dizer na segurança e diversão. Mas para fazer esta transferência durante a aula, leia os prós e contras de cada uma . Quanto mais experiência os alunos tiverem, maior terá que ser a flexibilidade do Professor dentro da água com eles. Conselhos
(AFAA,1995) |
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Segurar a respiração enquanto se faz força pode causar um fechamento da glote (parte estreita da laringe por onde o ar entra e sai) provocando o efeito da Manobra de Valsalva (exalação forçada sobre a glote fechada), ou seja, segurando o ar, aumentará a pressão na caixa toráxica fazendo com que a pressão arterial suba e diminua sangue para a circulação em direção a cabeça, podendo causar tontura e até desmaios. Devemos tomar cuidado também com a hiperventilação durante os exercícios, pois pode irritar os canais da narina além de estimular tonturas. Especificações
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Fibromialgia é uma"dor nos músculos e nos tecidos fibrosos" (ligamentos e tendões). A doença se caracteriza por uma dor espalhada por todo o corpo. Sempre existiu, mas só foi oficialmente reconhecida em 1981, num congresso de medicina nos Estados Unidos. Sintomas Dores: começam numa área específica – o ombro ou a coluna lombar, por exemplo – e depois se estendem para todo o corpo; o paciente sente uma rigidez generalizada do corpo, ao se levantar de manhã, e inchação nas mãos e nos pés. Também se notam formigamentos nas mãos e cansaço (se mantêm durante quase todo o dia, semelhante à fadiga crônica) . A vítima se sente como se estivesse totalmente sem energias. Sofre enxaquecas, dores na menstruação e secura na boca; ansiedade e depressão; insônia: com dores pelo corpo todo, a pessoa não encontra uma posição confortável para dormir. As mulheres são as maiores vítimas da Fibromialgia. Esta doença é oito vezes mais freqüente em mulheres do que em homens. Diagnóstico: O exame é feito com o tato, pois a vítima tem um nódulo (caroço) na junção entre o nervo e o músculo. O nódulo funciona como um "ponto de gatilho" da dor: ou seja, sempre que ele é pressionado surgem dores. O médico só consegue identificar a enfermidade pressionando-o, com o polegar. São 18 pontos pré-determinados do corpo. Se pelo menos 11 pontos estiverem doloridos, a doença é diagnosticada. LOCALIZAÇÃO DA DOR 1. Base do crânio onde o músculo suboccipital
se insere. Causas: O ser humano tem mecanismos para sentir dores e para se proteger delas. O mecanismos que regula a sensação de dor é uma substância chamada serotonina. Numa pessoa saudável, quando o corpo se exercita, ou se movimenta, o organismo produz automaticamente a serotonina para proteger os músculos de dores. Quem tem fibromialgia produz – por motivos que a ciência ainda não sabe explicar – pouca serotonina. Assim, basta uma pequena sobrecarga das articulações, uma leve movimentação do corpo, para que a dor comece. Fatores que desencadeiam a doença Externos:
Clima úmido; sedentarismo (falta de exercícios); postura incorreta. A massagem é um bom tratamento, desde que seja leve, sem pressionar demais os músculos, para não agravar as dores, mas o exercício ideal seria a Hidroginástica e devendo ser praticada em águas aquecidas, pois o paciente com fibromialgia não suporta a dor se for submetido a exercícios em água fria. Ainda devem ser ministrados bastante alongamentos para que os músculos sejam estimulados a reabilitação - fonte : Correio Brasiliense Leia ainda:
» O CAPÍTULO 16 DO LIVRO: Exercícios Aquáticos Terapêuticos - Bates Hanson e Andrea Norm (Exclusivo sobre Fibromialgia) » OS EXERCÍCIOS AQUÁTICOS COMO ESTRATÉGIA NO CONTROLE DA FIBROMIALGIA. ESTUDO DE CASO: BRAGA, Lilia. (site: www.acquanet.esp.br) » A DIFFERENT APPROACH FOR TREATING FIBROMYALGIA CLIENTS IN THE AQUATIC ENVIRONMENT Personal Observations by David Ogden, PT (site: www.atri.org/Fibroexcpt.htm) |