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Avaliação Física para a Criança - 11/04/02 Por
favor alguém poderia mandar alguma coisa que fale sobre avaliação
física para criança de 1a a 4a série do Ensino fundamental?
Há necessidade de se medir a massa corporal da criança ? Para que
serve??? Tem grande necessidade que eu faça esta avaliação
para a minha aluna?? Obrigado deste já !!Agradeço muito se alguém
puder me ajudar ... Kellen Kelliny Olá
Kellen, sua pergunta é muito boa ! Convidamos o Prof.
Jorge Luz, para esclarecer sua dúvida
e ele nos responde o seguinte: Cara Kellen Kelliny,
trabalho em escola de 1ª a 4ª serie do Ensino Fundamental e até
hoje não vi uma necessidade para mensurar a massa corporal de meus alunos.
Vejo uma necessidade maior em nós professores de Educação
Física, mostrarmos nossa contribuição na comunidade escolar
de um modo significativo atendendo aos Parâmetros Curriculares Nacionais,
para mostrar a nova cara da EF. No entanto, vc poderá até realizar
tal mensuração em sua escola com objetivo de uma pesquisa científica,
ou em trabalho conjunto com os alunos, seria algo interessante!!! As referências
de consulta que consegui para vc são os artigos abaixo: *BIANCHETTI,
Lenita A. - Tendência Secular de Crescimento em Escolares Catarinenses de
7 a 10 anos de idade - REVISTA MINEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
- DES/Universidade Federal de Viçosa - MG, v. VI, n.1, p.50 - 64, 1998.
* GLANER, Maria F. - Tendência Secular do crescimento físico e índice
de massa corporal em escolares - REVISTA MINEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
- DES/Universidade Federal de Viçosa - MG, v. VI, n.2, p. 59 - 69, 1998.
* MEC - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: EDUCAÇÃO FÍSICA:
Ensino de primeira a quarta série : Brasília, 1997. Leia
mais: A
influência da E.F. no futuro da Criança Posição
oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: atividade física e saúde
na infância e adolescência A
importância da atividade física para a criança e adolescentes
no ambiente escolar (Inglês- OMS)
Juvenile Obesity,
Physical Activity, and Lifestyle Changes A
fim de desde cedo semear na educação da criança a busca pela
saúde e melhor qualidade de vida, algumas escolas do país já
estimulam seus alunos através da medição do percentual de
gordura e palestras sobre obesidade. Se desejar desenvolver este trabalho poderá
utilizar nossa página, leia: Equações
de % gordura para crianças e adolescentes Boa Sorte
! 372.
Por que não parar bruscamente após uma maratona ou exercício
extenuante? 10/04/02 Sou aluno de Educaçao Física e gostaria
que vocês me explicassem porque muitos dizem que ao término de uma
maratona o indivíduo nao deve parar bruscamente e sim continuar no trote
ou caminhando e se é correto dizer isso ou não? Caro
Usuário, esta é uma boa pergunta e tivemos o prazer de pesquisá-la
e também convidamos o consultor Prof.
Jorge Luz, para lhe esclarecer e quem
lhe traz o seguinte: Para uma recuperação
após uma maratona o indivíduo deverá continuar a trotar ou
caminhar, período esse denominado de volta à calma. Devo salientar
que o risco de acidentes cardíacos não ocorre somente durante a
atividade física, mas também após a sua interrupção,
sendo registrado um grande índice. Deste modo o retorno as condições
orgânicas próximas as registradas no repouso, também, depende
de fatores internos (nível de condicionamento, por ex.) e externos (clima,
local, roupa e outros) ao indivíduo. Observamos a
importância do nível de condicionamento que se encontra o indivíduo.
Os atletas de alto nível possuem um retorno rápido e as condições
hemodinâmicas próximas do repouso, tão logo ultrapassam a
linha de chegada já param! Sugiro que leia sobre Recuperação
após exercício em: FOX, Edward L.
- Bases Fisiológicas da EF e dos Desportos - Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1991.
Exercicio na Saúde e na Doenca: Avaliação e Prescrição
de Exercícios - Pollock Rio de Janeiro: Medsi, 1993.
Fisiologia
do Exercício - Energia, Nutrição e Desempenho humano
- Mcardle e Katch - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
1992. Segundo AFFA, 1995, um desaquecimento gradativo
após um exercício extenuante, é utilizado para prevenir uma
queda muito brusca na pressão arterial, pois muitas artérias no
momento de uma parada brusca estão altamente dilatadas devido as alterações
fisiológicas no sistema musculo-esquelético reduzindo a resistência
do fluxo sanguíneo. Se o débito cardíaco e volume de ejeção
são diminuídos rapidamente após um exercício em combinação
com baixa resistência, pode resultar em uma redução brusca
da pressão sanguínea. Assim, uma pobre pressão arterial pode
ser insuficiente para bombear o sangue para alcançar níveis cerebrais
causando tonturas e até desmaios ao praticante.
Para evitar quedas bruscas de pressão arterial é importante que
a intensidade do exercício seja diminuída lentamente. Mantendo a
atividade e massageamento muscular o ritmo cardíaco vai lentamente se adaptando
a redução assim como o débito cardíaco e volume de
ejeção. Deve-se evitar deitar-se ou ficar
de pé após um exercício vigorosos, pois causará uma
concentração de sangue exagerada de sangue nos membros inferiores
evitando que o fluxo sanguíneo e pressão arterial se mantenham equilibradas
e eficientes.
373. Power Training - 10/04/02
Power Training? O que é? Tem resultado? Não é perigoso para
as articulações? Daniel Marinho - Estudante. Olá
Daniel, O Prof. Jorge
Luz, lhe traz o seguinte: O método Power Training,
foi desenvolvido por Raul Mollet no final da década de 50. Esse método
constitui-se basicamente de 4 tipos distintos exercícios: de halterofilismo,
com medicineball, de coordenação, abdominais. Foi
desenvolvido e aplicado em esportes baseados na força explosiva, tais como
futebol, basquete, voleibol, polo aquático, arremessos, saltos, corridas
de velocidade, esgrima, etc. Por ser um método antigo deve sofrer alterações
para se ajustar a atualidade e ao que você se propõe a trabalhar.
Quanto ao fato de sofrer lesões deverá obedecer os princípios
do treinamento e periodizar para não errar. Para uma boa fonte de consulta,
procure: DANTAS, E. H. M. - A prática
da preparação física - Rio de Janeiro: Shape. 1995.
374. Capacidades Físicas - 11/04/02
Presiso realizar uma pesquisa sobre valência física. Já dei
vasculhada no site de vocês, mas não achei nada, por isso peço
aos profissionais da Cooperativa do Fitness uma ajuda, se for possível.
Rafael Ramos - Estudante de E.Física Oi
Rafael, Vamos tentar lhe ajudar resumindo o seguinte: Encontramos que este
termo há muito tempo não se usa e na atualidade é mencionado
como Capacidades Físicas. As Capacidades
Físicas podem ser :
| CAPACIDADES |
DESIGNAÇÃO |
CARACTERÍSTICAS |
| Capacidades Motoras |
Força (força de explosão, força
máxima, força de resistência, força relativa) Resistência
| Determinadas
principalmente pelos processos energéticos |
| Capacidades Coordenativas |
Acoplamento (unir um movimento ao outro sem quebra)
Reação (capacidade de antecipação, concentração,
percepção e atenção) Diferenciação
Ritmo Equilíbrio Orientação Variação
Associação Aprendizagem Motora Direção do
movimento | Processos
de condução e regulação do movimento |
| Outras
Capacidades | Velocidade
Flexibilidade | Onde
os dois elementos citados se interagem sem determinar predominância. |
Conceitos:
Valência Física:
São qualidades físicas especiais para determinados esportes.
Força: Massa
x aceleração (m/seg²) - É a capacidade de superar ou
suportar resistências por meio de uma ação muscular. Força
máxima:É a maior força que
o sistema neuromuscular pode realizar por contração voluntária
no desenvolvimento do movimento (Weineck,1989). Força
de Resistência: Capacidade de resistência
à fadiga do organismo, em caso de performance de força de longa
duração. (Weineck, 1998) Força
de Explosão: Compreende a capacidade que
o sistema neuromuscular tem de superar resistências com a maior velocidade
de contração possível(Weineck,1989). Força
relativa: É a força máxima
que um atleta pode desenvolver em relação ao seu peso corporal.
Velocidade: É
a capacidade sobre a base da modalidade dos processos do sistema neuromuscular
e da faculdade inerente à musculatura de desenvolvimento da força
de executar ações motoras em um mínimo de tempo, colocado
sob condições mínimas (Weineck, 1989); Possibilidade do atleta
executar ações motoras no menor tempo possível, em determinado
percurso (Zacarov) Flexibilidade: É
a capacidade que as articulações detêm de terem uma amplitude
de movimento (ADM) para as quais foram projetadas (todas as articulações
têm um limite de amplitude). Resistência:
É a capacidade de resistir contra o cansaço
físico e mental ao efetuar um esforço durante um tempo prolongado,
mantendo os parâmetros dados de movimento; capacidade de recuperação
rápida após um esforço. (Weineck, 1989; Grosser, 1988)
Grande
abraço!
375. Impulsão
Vertical- 15/04/02 Tenho 24 anos, e quando aos 15 tinha uma impulsão
vertical de 85 cm, agora ela caiu, como eu volto a ter esta impulsão novamente
ou então aumentá-la. E as fibras musculares brancas, tem papel importante
para o ganho de impulsão? Trabalho pliométrico é o mais indicado?
Desde já agradeço pela atenção e faço votos
de contínuo sucesso. Robson Rigonato Lopes - acadêmico da UNIGRAN
(Dourados-MS) Oi Robson, sua pergunta recebeu uma contribuição
de nosso Consultor Prof.
Humberto Silva, veja o que ele gentilmente lhe responde: Caro
Robson a impulsão vertical está associada a sua força explosiva
dos MMII (membros inferiores) , se não treinada tende a diminuir como qualquer
capacidade física. A força explosiva realmente está ligada
as fibras tipo II, quanto ao treinamento da mesma a pliometria é um método
bastante eficiente, porém exige cuidados na sua aplicação
pois o risco de lesão é grande. Existem alguns testes para estimar
a altura ideal de queda. A equação de Lewis é um destes
e observe se o seu calcanhar toca o chão quando você cai. Estes
são cuidados básicos. Um abraço Humberto. Sugerimos
um outro teste de Salto Vertical: Sargent Jump Teste
(modificado, 1921) - Mede indiretamente a força muscular dos membros inferiores
(Laboratoru Manual, 1994), citado por José Fernandes Filho no livro: A
prática da Avaliação Física.
Equipamento: pode ser usada uma tábua de 1,50 m de ocmprimento e
30 cm de largura, marcada em cm, e fixada numa parede, devendo ficar afastada
da mesma pelo menos 15,2 cm para que o aluno não se arranhe ao executar
o salto. Protocolo: a posição inicial
é com o pé junto a uma linha (no chão), a 30 cm da tábua
de marcação. Deve ser passado pó de giz nas pontas dos dedos
indicadores da mão dominante e, com a outra, junto ao corpo, procura-se
alcançar o mais alto possível, conservando-se os calcanhares em
contato com o solo. Faz-se uma marca na tábua com os dedos (sujos de giz),
agacha-se e salta, fazendo nova marca com os dedos na tábua (mão
dominante) no ponto mais alto que se conseguir alcançar. Não é
permitido andar ou tomar distância para saltar. O resulado é registrado
medindo-se a distância entre a primeira marca e a segunda, registrada em
cm, são permitidas 3 tentativas. Cálculo:
P x Kgm. s-¹= 2.21
x peso corporal x raiz quadrada de D (diferença
entre a primeira marca até a segunda em metros) Média
dos Resultados de Salto Vertical da População (H.J. Montaye, Living
Fit, p. 53, 1988)
| Desempenho |
Homens | Mulheres |
| % |
cm | cm |
| 90
80 70 60 50 40 30 20 10 |
64 61 58 48 41
33 23 20 05 |
36 33 30 25 20
15 10 05 2.5 |
Leia Mais:Treinamento
para melhorar a impulsão - pliométrico abração! 376.
Pressão nos ouvidos durante o treino- 16/04/02 Oi,
meu nome é Alexandre e sou estudante de Educação F ísica.
Gostaria de saber porque durante os exercícios anaeróbicos (musculação),
de vez em quando, sentimos uma pressão nos ouvidos (como em um mergulho)?
Agradeço . Alexandre. Oi
Alexandre, nosso amigo Consultor Dr.
Renato Romani nos esclarece o seguinte:
Caro Alexandre, Existe entre os ouvidos e garganta uma
certa "comunicação", como um túnel por onde passa
ar e secreções do ouvido para a garganta. Quando realizamos um esforço
de grande força muita vezes aumentamos a pressão dentro de nossa
caixa torácica o que faz aumentar, também a pressão do ar
da "garganta" em direção ao ouvido, imitando a Manobra
de Valsalva (esta do mergulho para descompressão). Acho que deu para entender...
Um abraço. Dr. Renato 
377. Bursite Trocantérica- 16/04/02
Eu gostaria de obter mais informaçõs
sobre a bursite trocantérica, sua causa e tratamento fisioterapeutico.
Obrigada! Melina. Oi Melina, solicitamos colaboração
para alguns Consultores e nossa Profa.
Lara Marchi, prontamente, nos retorna o seguinte:
A bursite nas imediações
do quadril pode ser extremamente dolorosa e incapacitante. As bolsas sinoviais
do quadril estão localizadas em áreas de deslizamento dos tecidos,
onde funcionam amortecendo os choques. Em resposta aos traumas agudos ou ligados
a solicitação exagerada, essas bolsas podem aumentar de tamanho,
provocando dor aguda. Os principais tipos de bursite na região do quadril
são as inflamações das bolsas trocantérica, isquiática
e iliopectínea. A bolsa do grande trocanter é
afetada com maior frequência, ela irritada, muitas vezes, pelo atrito da
fascia iliotibial encurtada, por meio da inserção do músculo
glúteo médio, ao deslizar sobre a parte externa da coxa durante
a marcha. Outro fator capaz de provocar a irritação
desta bolsa sinovial pode ser o deslocamento excessivo da pelve no plano horizontal,
consecutivo ao comprimento desigual das pernas, à marcha trendelenburg
devido a fraqueza no músculo glúteo médio e ou sobre corrida
em terreno irregular. Ao exame clínico o paciente
refere dor nesta região a palpação e as vezes não
consegue permanecer deitado muito tempo sobre o lado afetado. O sinal de observação
muitas vezes é positivo, e os musculos de abdução apresentam
fraqueza muscular. Tratamento desta afecção
consiste no alongamento dos tecidos, que por ventura apresentam contratura, como
o musculo extensor da grande fáscia e iliotibial, assim como exercícios
para aumentar a força dos abdutores do quadril. A correção
do mal alinhamento e dos erros de treinamento (superficie da corrida) costuma
dar bons resultados. Lara Fonte: Fisioterapia em ortopedia
e medicina no esporte - Autor: Terry Malone 3ºed - editora santos. 
378. Maturação
da Criança e Avaliação Funcional- 16/04/02 Gostaria
de tirar uma dúvida sobre a faixa etária de maturação
da criança na Avaliação Funcional, ou seja: 1-PRÉ-PUBERDADE;
2-PUBERDADE; 3-PÓS-PUBERDADE. Os ítens 1,2 e 3 por faixa etária
tanto do sexo feminino e masculino, segundo PROTOCOLO DE DEURENBERG (4 DOBRAS).
Agradeço desde de já. Márcia Oi
Márcia enviamos sua pergunta para alguns Consultores e quem nos respondeu
foi o Prof. Luiz
Moraes. Veja o que ele responde: Amigos do CDOF e leitora!
Teoricamente essas faixas etárias são caracterizadas
e diferenciadas pela liberação hormonal ocasionando uma grande mudança
corporal e, consequentemente, nos valores físicos e fisiológicos.
Sendo assim, as avaliações funcionais nessas faixas etárias
são as que estão mais sujeitas à variações
e menos fidelidade, de qualquer protocolo, exigindo muito mais o bom senso e experiência
dos avaliadores. A puberdade nas meninas, em geral, começa entre os 10,5
e 11,5 anos com o início do desenvolvimento dos seios e dos pêlos
púbicos, podendo se completar até os 13 ou 15 anos. Nesse período,
a menina deve completar o crescimento estatural e o ponderal. Ora pode crescer
muito, ora pode aumentar, teoricamente, muito o percentual de gordura em função
da maturação hormonal. A capacidade aeróbia e os valores
de VO² relativos podem ser alterados em, ou por um curto período de
tempo. Da mesma forma, a maturação óssea pode não
coincidir teoricamente com a idade. Algumas meninas também podem começar
esse desenvolvimento aos 9 anos de idade "bagunçando", por assim
dizer, todo e qualquer procedimento de avaliação. Nos
meninos, as mudanças, geralmente, começam entre 11 e 13,5 anos com
o aumento gradativo dos órgãos genitais, pêlos masculinos,
engrossamento da voz emfunção da liberação maior da
testosterona. Com isso, a força física podecomeçar a se acentuar,
assim como o crescimento estatural, mas a flexibilidade diminui e a maturação
óssea apresentar muitas variações. Da mesma forma que as
meninas, essas mudanças podem não seguir uma regra representativa.
Em um estudo suíço citado por Cooper com 122 garotos, por exemplo,
o início desta fase abrangia desde um pouco abaixo dos oito anos até
os 13 com o pico de crescimento estatural variando dos 12 aos 16anos.
Conclusão. Qualquer que seja o protocolo escolhido para fazer as suas avaliações
é "tão bom ou tão ruim quanto". O mais importante
é seguir os procedimentos estabelecidos e usar sempre o mesmo protocolo
nas reavaliações para poder comparar "o que com que".
Para melhores esclarecimentos acesse aqui mesmo no nosso site o endereço:
www.cdof.com.br/protocolos1.htm.
Espero estar ajudando. Sugestão bibliográfica:
Crescimento, Composição Corporal e Desempenho Motor de Crianças
e Adolescente" (Guedes & Guedes, 1997). Leia mais: Infância
e adolescência
Luiz Carlos de Moraes - CREF1 RJ 3529 
379. Quadros de alongamentos e para decoração
de academias - 19/04/02 Gostaria de saber onde compro em São Paulo
porters para confecção de quadros para decoração de
minha academia. Outra dúvida, onde encontro a sequência de alongamento
com figuras para colocar em minha academia um abraço. Andre Giovane
Oi André... o Consultor Prof.
Msd. Fernando Busanelli, gentilmente, lhe passa
uma idéia bem original. Veja o que ele retornou: Caro André
Giovane, Como não me estabeleço na grande
São Paulo não tenho idéia onde possa encontrar os posters
para a decoração de sua academia, mas uma técnica que utilizo
e que dá um grande retorno é a de fotografar alguns clientes da
própria academia que tenham um bom físico sem a cabeça ou
uma pose em que não divulgue sua identidade e depois mando para uma empresa
de produção de banners. Além de oferecer o quadro para o
cliente fotografado, ou procure quadros de fotos da Grécia antiga onde
os homens cultivavam muito o físico. Com relação
ao quadro de alongamentos, faça a mesma coisa com os seus professores após
ter montado uma sequência de alongamentos onde trabalhará todos os
grupos musculares, monte o quadro e coloque-o no setor de alongamento da academia
de preferência ao lado do espaldar. Espero tê-lo ajudado, à
disposição para mais dúvidas. Prof. Msd. Fernando Busanelli
380. Via piramidal e vasodilatação na massagem
- 21/04/01 Sou estudante de fisioterapia de IBMR- Rio de Janeiro. Queria saber
sobre VIA PIRAMIDAL . E uma outra questão: como a massagem promove a vasodilatação?
Obrigada pela ajuda. Joana Oi Joana, nosso
Consultor/ Ft. Marcos
Vidal Dourado, gentilmente lhe retorna o seguinte: Olá
Joana !! São questões muito amplas que merecem bastante critério
ao serem respondidas pois alicerçam o trabalho de todo profissional médico
ou paramédico. Talvez precisemos dividir a resposta em etapas, mas vamos
lá !
VIA PIRAMIDAL - Tem
como função primordial a motricidade voluntária. Origina
- se na área cortical 4 (segundo Brodmann) com vias eferentes (descendentes)
no tracto córtico espinhal anterior e no tracto córtico espinhal
lateral que é originado pela decussação das pirâmides.
Razão pela qual você se defrontará com pacientes que apresentam
lesão do hemisfério cortical direito e sequela motora no hemicorpo
esquerdo. Os tremores e desajustes motores piramidais se manifestam na tentativa
de realizar o movimento sendo diametralmente oposto aos tremores extrapiramidais
(Ex: Parkinsonismo) que se apresentam em repouso de forma involuntária.
Na avaliação clínica, os reflexos patológicos
mais pesquisados são: Sinal de Babinski , Sinal de Chaddock e Sinal de
Oppenheim. Fontes:
CHUSID - Neuroanatomia Correlativa e Neurologia Funcional , Guanabara Koogan 1985,
p 12 - 20 e p 179 - 81 BRODAL A. - Anatomia Neurológica Com Correlações
Clínicas, Roca 1984
VASODILATAÇÃO NA MASSAGEM -
ocorre por liberação colinérgica (acetilcolina, acetilase
da colina e colinesterase) e noradrenérgica (norepinefrina nos receptores
Beta 2) nas artérias como resposta à estimulação das
terminações nervosas e dos diversos receptores cutâneos sensitivos,
tais como, corpúsculos de Merkel (tato), Meissner (tato), Pacini (pressão)
e terminações de Ruffini (pressão). Fontes:
GOODMAN & GILMAN - As Bases Farmacológicas
da Terapêutica, Guanabara Koogan 1973, cap. 21. CHUSID - Neuroanatomia
Correlativa e Neurologia Funcional , Guanabara Koogan 1985, p 213 - 20.
Joana qualquer dúvida é só você
retornar ao site que faremos tudo o que for possível para promover o seu
aprimoramento. Marcos Vidal
381.
Desgaste da coluna vertebral e tratamentos- 21/04/02 Meu pai foi diagnosticado
com desgate vertebral (desgaste da cartilagem entre os discos vertebrais). Ele
consultou vários especialistas e todos disseram que e um caso cirúrgico,
porém meu pai optou por nao fazer a cirurgia e tentar alternativas para
aliviar a intensa dor. Gostaria de saber mais sobre a assunto e se existem de
fato alternativas (ele tentou massagem, acupuntura a fisioterapia) ou se ele deve
simplesmente fazer a cirurgia (os medicos não garantem cura). Grata, Angelita
Alfieri Oi Angelita, o
Ft. Marcos Vidal Dourado lhe traz importantes contribuições
sobre o assunto: Olá Angelita !! Para estabelecer
um prognóstico confiavél sobre o quadro do seu pai seria necessário
avaliá-lo pessoalmente e estar de posse de todos os exames (laboratoriais,
radiológicos, densitometria, . . . ), como não é possível,
vou apresentar o máximo de informações a fim de proporcionar
maior sustentação na hora de sua decisão. O
tratamento para espondiloartrose (artrose nas vértebras) deve ser medicamentoso
e fisioterápico. Na área medicamentosa, existem princípios
ativos de última geração como a Diacereína (Artrodar)
e o Ácido Hialurônico de alto peso molecular (Polireumin, Hyalgan,
. . .), além do Osteobiflex. Essas medicações tem a função
de refazer a cartilagem e osso subcondral proporcionando a diminuição
da inflamação e consequente diminuição da dor.
Na fisioterapia seu pai pode com certeza obter benefícios
com a acupuntura - diminuição da dor, efeito calmante e relaxante,
melhoria do ânimo, . . .; Massagem - excelente resultado desde que não
seja vigorosa nem profunda; Hidroterapia - movimentos de tração
e rotação vertebral aplicados de maneira suave dentro da água
é uma excelente opção que pode ser associada a prescrição
de exercícios específicos de alongamento a serem realizados dentro
e fora da água. Existem outras técnicas menos utilizadas porém
com eficácia comprovada como a aplicação de campos eletromagnéticos
e magnéticos que além das funções já descritas
participa da reposição dos componentes da cartilagem e do osso evitando
a evolução degenerativa. Tais componentes como cálcio, magnésio,
fósforo, sódio, potássio entre outros são elementos
paramagnéticos e podem ser direcionados pelos campos magnéticos.
Outra possibilidade reside nos enfaixamentos e cataplasmas feitos com matéria
orgânica como argila, ervas medicinais com clara de ovo, gordura de carneiro
atuando como excelente coadjuvante no tratamento. Acredito
que você e seu pai tenham mais dados para decidir com segurança,
não se esquecendo que o sucesso reside na escolha da técnica correta
com o profissional adequado muita perseverança e força de vontade.
Marcos Vidal Sites sobre o assunto: Doenças
da coluna vertebral - Dr. Jamil Natour Várias
pesquisas Sobre problemas na Coluna Vertebral - Medix
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