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Monografia sobre futebol- 5/11/03
Tenho uma monografia a fazer, para conclusão
de pós-graduação, e gostaria de um tema sobre futebol. O
Sr. poderia me dar alguma sugestão? Sou um ex-jogador de futebol profissional
e amante do futebol, e gostaria muito de contar com sua colaboração.
Desde já, agradeço, parabenizo-lhe pelo site e um grande abraço.
José Augusto Zimerman Olá José, em atenção
a sua questão o o Prof.
Ms. Fabio Aires da Cunha(currículo)
lhe
retorna o seguinte: Prezado José Augusto, Fico
muito feliz em ver que cada vez mais pessoas se interessam por se aperfeiçoar
dentro do futebol, isso é muito importante para o desenvolvimento dessa
modalidade no Brasil. Com relação ao seu
pedido, poderia lhe fornecer muitas sugestões, mas particularmente acho
uma área interessante e que carece de muito estudo, é a área
de treinamento no futebol. São raros os estudos sobre treinamento físico,
técnico ou tático, principalmente com crianças. mesmo dentro
dessas áreas você pode achar uma infinidade de temas. Se quiser pode
me escrever e assim conversaremos melhor:
fabiocunha@hotmail.com Quanto a sua sugestão
de artigos, veja o nosso artigo: Treinamento da velocidade e agilidado no futebol
(www.cdof.com.br/futebol.htm) Um
abraço e boa sorte, Fabio.
773.
Síndrome do Overtraining- 8/11/03
Eu pratiquei musculação em excesso, treinava 5 dias
por semana sempre no duro, e comecei a puxar mutio, não tinha qualquer
espécie de suplementos, então comecei a ficar cansado, insônias..muitos
sintomas. O que fazer em casos de overtraining? Já se passaram 6 meses,
mas ainda tenho alguns sintomas. Desde estes seis meses também fui abaixo
psicologicamente, por causa dos sintomas. O que fazer? Nuno - Portugal
Oi Nuno, quem atende a sua dúvida é o Coordenador
da sessão de Personal Prof.
Esp. José Ernane dos Santos Júnior
(currículo):
Estudos cientificos apontaram que durante o overtraining há
uma diminuição de hormônios anabólicos, como a testosterona;
e aumento de hormônio catabólico, como o cortisol. Esses efeitos
atuam negativamente na performance. O aumento do cortisol também atua negativamente
sobre o metabolismo protéico e sobre o sistema imunológico, ocorrendo
assim uma maior incidência de infecções de vias aéreas
superiores. A partir dos sintomas pode-se calcular os danos à saúde
oferecido pela síndrome do overtraining. Portanto, o descanço, recuperação
e os ciclos de treinamento e /ou periodização de treinamento são
pontos chaves principais para um bom desenvolvimento do treino, ou seja, é
necessário que o individuo possa periodizar seu treino semanal, sendo uma
semana de cargas altas, outras de cargas médias e outras de cargas baixas
e assim fazendo um jogo de periodização de volume de treinamento.
Prof.Esp José Ernane dos Santos Júnior
CDOF: Há dois tipos de
Overtraining:
Comportamental:
este tipo é o inimigo mais insidioso. É muito difícil de
diagnosticar e ainda mais difícil de curar. Uma vez identificados os fatores
sociais, emocionais, ou psicológicos responsáveis pelos problemas
de atitude, nada mais do mudanças de estilo de vida são necessários
para corrigí-los. Alguns fatores podem contribuir, ex: Microtraumas
cumulativos; lesões ou doença; dieta pobre; problemas comportamentais
induzidos por drogas; problemas acadêmicos; financeiros; sexuais; conflitos
com pessoas na academia; falta de tempo; ambiente de treino muito frio ou quente;
sono insuficiente; ausência de treinador particular e encorajamento; medo
do fracasso; medo do sucesso; trabalho extenuante interferindo no treinamento;
ausência de metas objetivas e plausíveis de treinamento, etc.
A fadiga mental é o termo frequente utilizado para
descrever o overtraining comportamental, e os sintomas são letargia, ausência
de iniciativa, falta aos treinos, predisposição súbita à
lesões, perda de concentração e outras aberrações
comportamentais similares. A grande luta do instrutor e do aluno é tentar
fazer com que mantenha-se sempre os objetivos sempre em primeiro plano e eliminar
os fatores inibitórios da sua vida para colher frutos de sucesso, sempre
que possível. Orgânico:
dividido em overtraing de
Addison e o de Basedow. O de Adison é mais observado entre atletas mais
velhos, atletas de altíssimo nível, e alunos os quais submetem seus
organismos a altos níveis de estresse. Os sintomas mais comuns no tipo
Addison são: Sensação de fadiga além do normal;
anorexia(perda do apetite); nenhum aumento de necessidade de sono; perda de peso
corporal indesejada; frequência cardíaca de repouso incomumente baixa;
hipotensão (pressão arterial mais baixa que o normal); Nenhuma alteração
na temperatura comporal além da normal; Elevação da pressão
arterial diastólica logo após um estresse (acima de 100 mmHg);
Como nenhuma alteração física do tipo Addison
acontece bruscamente é difícil de diagnosticar. Apenas com o treinamento
diário e performance completo e monitoramento das funções
orgânicas é possível perseber. O tipo
Basedow, por outro lado, é mais comum e de mais fácil diagnóstico.
Este ocorre na maioria das vezes em alunos novatos e atletas jovens, inexperientes,
envolvidos em esportes explosivos e de força ou em atletas menos avançados
e facilmente excitáveis. Os sintomas são: Cansaço precoce;
aumento excessivo das necessidades de sono; apetite reduzido, frequência
cardíaca de repouso elevada; perda de peso súbita; dores de cabeça
mais frequentes que o normal; temperatura corporal mais alta que o normal; hipertensão,
tempo de reação reduzido; sensível redução
na capacidade individual de executar movimentos que exijam maior habilidade ou
coordenação. Eles são mais fáceis de diagnosticar
pela transparência do número de sintomas. Como
lidar com a fadiga mental e o overtraining:
O professor deve aplicar a quantidade adequada de estresse sobre
a musculatura de seu aluno de modo a acelerar o processo construtivo e evitar
o processo destrutivo. Por causa do ego ávido, geralmente envolvido nas
necessidades de auto-afirmação, tanto o overtraing físico
quanto comportamental são comuns entre os alunos na academia.
O overtrainng pode ser tão devastador para o sucesso de um aluno quanto
o subtreinamento. Abaixo estão algumas diretrizes para o professor a fim
de evitar o aparecimento do overtraining e assegurar um processo contínuo
dos esforços de seus alunos. 1. através de um planejamento
reduzir o número de problemas pessoais que possam interferir no seu treinamento;
2. desenvolver um treinamento baseado na razão e não pelo ego;
3. ouça seu aluno! cuidado para não sobrecarregar o organismo;
4. seguir o treinamento cíclico, a única maneira de evitar os microtraumas
cumulativos; 5. manter a harmonia com os demais parceiros da academia;
6. evitar a monotonia no treinamento, aplicar uma grande variedade de métodos
de exercícios e sistemas ao seu treinamento; 7. estabelecer metas a
curto prazo que sejam atingíveis; 8. permitir ao organismo de seu atleta
todas as condições necessárias para a recuperação
e crescimento. Isso inclui a alimentação e suplementação.
Cientistas desportivos de todo mundo usam técnicas para
monitorar os estados de overtraining em atletas. Estas mesmas técnicas
são adequadas aos alunos já que os sintomas do overtraining não
conhecem as fronteiras entre os esportes. São elas: 1. avaliação
subjetiva do professor da resposta mental e de comportamento do aluno em relação
ao treinamento e a performance; 2. ensinar ao aluno a monitorar a frequência
cardíaca tanto basal(antes de levantar da cama) quanto durante a recuperação
pó-esforço; 3. monitorar a pressão arterial pela manhã
e pós-esforço; 4. medir o pH sanguíneo buscando sinais
de acidose metabólica; 5. manter o diário de treinamento atualizado.
A atitude comportamental, problemas pessoais, estado mental,
e um sem número de fatores mentais e psicológicos normalmente negligenciados,
podem ser sinais que um bom instrutor pode ajudar a identificar em seu aluno a
fim de evitar os estados do overtraining. Portanto, Nuno,
o que sugerimos a você inicialmente é que procure um cardiologista
para um check up de sua condição cardíaca e saúde
geral. O médico lhe ajudará a detectar algum fator orgânico
em desordem que possa estar gerando esta fadiga. Leve em consideração
também sua alimentação e hábitos pessoais desenvolvidos
que você possivelmente ainda não tenha abandonado, como vícios,
má alimentação e outros. Se nada orgânico for encontrado
após esta fase, procure a ajuda de um psicólogo para descobrir alguma
razão para a persistência de tais sintomas. Desejamos boa sorte
! 
774. Gestos
motores e sistema energético no voleibol - 11/11/03 Gostaria de receber
alguma coisa sobre gestos motores e sistema energético no voleibol, bem
como, como combinar séries de exercícios onde se utilize as capacidades
físicas de voleibol em um treinamento. Selma de Oliveira Silva Fernandes
Oi Selma, quem lhe retorna é nosso Coordenador
de Voleibol Rogério Frade(currículo):
Olá Selma. Você irá
encontrar sobre gestos motores no livro Fundamentos Biomecânicos do Voleibol
- Alexander A. Shalmanov - Phorte Editora, quanto ao sistema energético
nós sabemos que no voleibol se predomina o AERÓBIO, porém
existem momentos do jogo e do treino em que o ANAERÓBIO ALÁTICO
também é utilizado; portanto você deve montar o seu treino
baseado nestes sistemas. Creio que você não irá encontrar
muita coisa em termos de livros sobre exercícios e capacidades físicas
no voleibol, mas dê uma olhada no site www.revistadovolei.com.br
que você poderá encontrar artigos. Um abraço - Rogério

775.
Treinamento de força e o voleibol - 11/11/03
Estou em processo de elaboração de minha
monografia e tenho a pretenção de estudar os efeitos do treinamento
de força para atletas de voleibol, mas estou com dificuldades para encontrar
situações que falem sobre capacidades físicas necessárias
ao voleibol, fico grato desde já pela sua atenção!
Edilson Oi Edilson, veja o retorno de nosso
Coordenador de Voleibol Rogério
Frade(currículo):
Olá Edison. Você poderá encontrar nos livros:
Ensinando Voleibol - João Crisóstomo - Phorte; Voleibol - Aprendizagem
e Treinamento um Desafio Constante - Borsari, José Roberto - EPU; Voleibol
Iniciação - Vol. II - Y. P. Surov & O.N. Grishin - Sprint; Voleibol
Iniciação Vol. I - Y. P. Surov & O.N. Grishin - Sprint.
Também sugiro que procure em resvistas científicas e sites de artigos
como: Periódicos do CAPES, Sibinet - USP Um abraço - Rogério
776.
Fut-vôlei - 11/11/03
Professor faz uma semana que procuro saber mais sobre
o FUT-VÔLEI e não encontro sua história, sua metodologia,
como é a equipe, como se joga e outros dados, como ainda é um esporte
novo não a literatura na Biblioteca da minha faculdade e até na
Internet não se encontra nenhum livro. Se o Sr. puder me ajudar em alguma
coisa eu antecipo meus agradecimentos pela sua atenção. Sueli Sartori
Oi Sueli, o Prof. Rogério Frade(currículo)
lhe responde o seguinte: Olá Sueli. No site: www.futevolei.com.br
você irá encontrar histórico, regras, etc... Um abraço
- Rogério
777.
Voleibol e impulsão no bloco- 11/11/03
Estou a preparar a monografia de final de curso, o
tema escolhido é: o bloco de voleibol, análise biomecânica
do movimento e pretendia que me sugerisse formas de treinar a velocidade de flexão/extensão
dos membros inferiores no referido gesto técnico. Jacinto Romeiras
Oi Jacinto, veja o que o Prof. Rogério
Frade(currículo)
lhe responde retorna: Caro Jacinto, não sou especialista
em Biomecânica, mas sugiro que pesquise sobre PLIOMETRIA. Dois livros que
irão te ajudar são: Fundamentos Biomecânicos do Voleibol -
Alexander A. Shalmanov - Phorte Editora e Treinamento de Força na Atualidade
- Alexandre Trindade Ramos - ed. Sprint. Um abraço- Rogério
Leia
mais:
Treinamento
para melhorar a impulsão - pliométrico Pliometria
e referências Impulsão
Vertical Treinamento
da Impulsão

778. Diferença da frequência
cardíaca na água - 11/11/03
Gostaria de saber qual a diferença da frequência
cardíaca de um exercício de mesma intensidade dentro d´gua
e fora d´agua. Edir de Oliveira Oi Nadir quem lhe retorna é
nossa consultora Profa.
Renata Nakata Teixeira(currículo),
veja:
Olá, Edir ! A diferença na frequência
cardíaca acontece devido ao retorno venoso, que é favorecido em
atividades realizadas dentro da água, pois o corpo não sofre os
efeitos da pressão hidrostática (nq horizontal). Um abraço.
Renata CDOF: Apenas
como complementação, gostaríamos de incluir o que encontramos
no Manual
Prático de Hidroginástica -
HEIKE BETTENDORF, 2001, a pressão hidrostática
afeta os órgãos internos do corpo, assim como sua superfície
e pele. Ajuda a diminuir o inchaço e a pressão, especialmente nas
extremidades mais baixas, submersas a uma profundidade maior, e assim compensa
a tendência do sangue a se acumular ali, durante os exercícios, pois
auxilia o retorno do sangue venoso ao coração. A pressão
também pode ajudar o condicionamento dos músculos usados na inspiração
e na expiração, pois é exercida sobre a caixa torácica.
No entanto os indivíduos com problemas respiratórios podem ter dificuldade
de respirar dentro da água, em razão da pressão hidrostática.
Embora a pressão hidrostática não
tenha relação direta com a intensidade do exercício na água,
exerce influência sobre os sistemas e os órgãos corporais,
podendo afetar os sistemas vascular e respiratório. No
ambiente aquático a FC pode ser afetada pela temperatura da água,
pela compressão, pela redução da gravidade, pela pressão
parcial e pelo reflexo de mergulho. É recomendável utilizar a contagem
de 6 seg para a FC na água, pois a de 10 seg pode não ser exata,
pois a água resfria o corpo rapidamente. Alguns estudos sugerem que se
usarmos a FC do exercício aquático para medir a intensidade devemos
deduzir 13% ou 17 bpms dos índices mínimos e máximo do executado
fora dágua. Outros profissionais utilizam a tabela de percepção
subjetiva do esforço e já existem outros trabalhos como o do Prof.
Dr.Kruel que especifica mais com relação ao % correto para cada
profundidade e imersão da parte do corpo. Veja: aqui
 779.Temperatura
ideal da piscina para a natação-
13/11/03 Gostaria
de saber qual é a temperatura ideal de uma piscina, voltada para treinamentos
de natação? E seus efeitos com temperaturas altas e baixas? Obrigada!!
Carolina de Freitas Souza Oi Carolina, sua questão recebeu o
retorno de nossa consultora Profa.
Renata Nakata Teixeira(currículo),
veja:
Olá Carolina ! A temperatura ideal, depende muito
das condições ambientais e também da intensidade dos treinamentos,
entretando a temperatura de aproximadamente 27 graus oferece boas condições
de treinamento. Temperaturas muito altas e muito baixas, prejudicam os nadadores.
Na tentativa de ajustar a temperatura corporal através de mecanismos termoreguladores,
é despendida uma quantidade de energia maior, do que quando realizado em
temperaturas adequadas. Um abraço, Renata. CDOF:
Segundo o Manual
Prático de Hidroginástica -
HEIKE BETTENDORF, 2001, na água fria, abaixo
de 26º, como foi explicado pela Profa. Renata, as respostas fisiológicas
do corpo se alteram. Com a diminuição da temperatura, o metabolismo
corporal e a frequência cardíaca diminuem, as funções
cierculatórias tornam-se mais baixas e a maioria dos fluídos do
corpo permanece na região do tronco, para manter o funcionaemtno e o aquecimento
dos órgãos vitais. Se a circulação diminuir nas extremidades,
os músculos permanecem frios e inflexíveis, aumetnando o risco de
lesões. Pode ocorrer uma isquemia (falta de O²) nos músculos
das extremidades, em função da redução do fluxo sanguíneo,
o que acarretará cãibra, principalmente na região da panturrilha.
Temperaturas de 22º a 25º são consideradas aceitáveis
para a natação, mas talvez sejam muito frias para a hidroginástica
por exemplo. Tentar atingir benefícios de condicionamento
físico em temperaturas em torno ou acima de 32º pode não dar
bom resultado. Esta faixa de temperatura é muito quente para programas
de exercícios vigorosos que produzem calor para o corpo. O exercício
aeróbio intenso nesta temperatura provoca o aumento do calor interno ,
a elevação do metabolismo e da frequência cardíaca
e o auemnto da circulação da distribuição de fluídos.
Se a água estiver muito morna, há risco de superaquecimento. A dissipação
do calor é de alguma forma impedida e o corpo não é resfriado
adequadamente. A temperatura mais elevada é indicada para atividades terapêuticas,
como a hidromassagem e os exercícios de fortalecimento ou reabilitação
muscular. Como exemplo programas para artrite, alongamento e Ai Chi aquático.
780.
Quando iniciar o nado Medley?- 13/11/03
Por favor, gostaria de informações sobre
o nado medley, com que idade pode se começar a mecânica do treinamento?
Obrigada. Jaqueline Klein do Amaral Oi Jaqueline, sua questão
foi gentilmente respondida por nossa consultora Profa.
Renata Nakata Teixeira(currículo):
Olá Jaqueline, o nado medley envolve os quatro estilos:
borboleta, costas, peito e crawl. O treinamento só deve ser iniciado quando
a técnica dos quatro estilos estiver apropriada. É importante também,
verificar se seu aluno ou atleta, apresenta desvios posturais, que poderiam ser
prejudicados com determinados estilos. A idade também é uma variável
importante quando se fala em treinamento, na minha opinião deve-se priorizar
exercícios de técnica e resistência cardiorespiratória
(base). Ou seja não é possível estabelecer uma idade para
o início do nado medley, pois tudo depende da condição atual
do atleta, procure periodizar os treinamentos. Um abraço, Renata.
781.
Musculação para nadadores
- 13/11/03 Referências
bibliográficas sobre musculação para atletas de natação.
Daniel Melo Olá Daniel, vamos ver o que a Profa.
Renata Nakata Teixeira(currículo)
lhe sugere: Caro Daniel, você pode encontrar artigos
científicos em bibliotecas. No site da Bireme (biblioteca da escola paulista
de medicina), provavelmente irá encontrar centenas de artigos relativos
a musculação para atletas de musculação. www.bireme.br
(essa busca pode ser realizada on-line). No LILACS, você encontrará
referências em português. Qualquer dúvida, entre em contato.
A busca por referências faz parte de qualquer projeto de pesquisa ! Um abraço,
Renata.
Recebemos também a colaboração do Colega Prof.
Luiz Carlos de Moraes (currículo):
A musculação, uma das
mais antigas atividades físicas, com o avanço da ciência exerce
hoje um grau muito grande de importância na preparação física
de todas as modalidades esportivas. Na natação não pode ser
diferente e fora da água, há necessidade de treinamento muscular
visando o desenvolvimento da força, da potência, da resistência
muscular e da flexibilidade completada com as aulas de alongamento. É
evidente que a prescrição do programa é específico
e os exercícios devem ser escolhidos com esse propósito embora não
exista na musculação um aparelho que simule o ato motor natatório.
Acesse http://www.noticiasdocorpo.com.br/
e no link "Edições Anteriores" abra o arquivo Ano III
nº 24 ? Treinamento de Força Fora d'água. O arquivo está
compactado em Word. Um grande abraço Luiz Carlos de Moraes

782.
Dança para crianças de diferentes
níveis - 21/11/03
Como
ensinar a dança para crianças com diferentes níveis de aprendizado?
Dan
Dan, nossa Coordenadora de Dança, Profa.Luciana
Vilella(currículo),
gentilmente
lhe atende dizendo o seguinte: BOM, ACREDITO QUE O MELHOR
QUE SE TEM A FAZER QUANDO OS NÍVEIS SÃO DIFERENTES É FAZER
UM ESTILO DE ENSINO POR TAREFAS OU DESCOBERTA ORIENTADA, O QUE É MAIS FÁCIL
DO QUE SE FOR POR COMANDO, POIS NÃO SE PODERÁ IMPOR O QUE A CRIANÇA
DEVERÁ FAZER E SIM PROPOR TAREFAS PARA QUE CADA UMA POSSA DESENVOLVER SEUS
TALENTOS E CAPACIDADES DENTRO DE SUAS POSSIBILIDADES. UMA ATIVIDADE INTERESSANTE
É DIVIDIR EM GRUPOS E PROPOR QUE CADA GRUPO MONTE SUA SEQUÊNCIA E
DEPOIS APRESENTE PARA OS COLEGAS. OUTRA ATIVIDADE INTERESSANTE
É FAZER COM QUE AS CRIANÇAS CRIEM SEUS PRÓPRIOS MOVIMENTOS
DE ACORDO COM A SEPARAÇÃO DE SÍLABAS DE SEU NOME, POR EXEMPLO
LU-CI-A-NA, FAÇO UM MOVIMENTO PARA CADA SÍLABA E O GRUPO REPETE.
TABÉM PODE-SE FAZER ATIVIDADES DE EXPRESSÃO CORPORAL PEDINDO PARA
AS CRIANÇAS DANÇAREM LIVREMENTE AO SOM DE UMA MÚSICA E DEIXANDO
O AMBIENTE UM POUCO MAIS ESCURO, ENFIM, SÃO VÁRIAS ATIVIDADES LÚDICAS
QUE SE PODE TRABALHAR COM UM GRUPO DE CRIANÇAS DE DIFERENTES NÍVEIS,
O QUE MAIS VALE NESSA HORA É TER CRIATIVIDADE E VONTADE! 
783.
Valências físicas desenvolvidas
com a dança - 21/11/03
Gostaria
de esclarecimentos sobre as valências físicas desenvolvidas através
da dança: equilíbrio, força, agilidade, lateralidade, ritmo,
coordenação motora. Definições. Agradeço desde
já a atenção. Débora.
Oi Debora,
Profa.Luciana Vilella(currículo),
gentilmente
lhe retorna o seguinte: Uma ótima bibliografia para você encontarar
tais respostas é: LEAL,
Márcia. Preparação física na dança, Rio de
Janeiro: Sprint, 1998 
784.
Ensino do Step em academias - 21/11/03
Prezada
Profa. Luciana, escolhi como tema de meu trabalho de conclusão aspectos
relativos ao ensino de Step nas academias. Gostaria que você indicasse bibliografia
sobre o assunto para aprofundamento. Grato. Luís Dias
Olá Luís, veja o que a Profa.Luciana
Vilella(currículo),
lhe sugere: Alguns sites que voce poderá visitar que acredito que irá
te ajudar são: http://www.totalsport.com.br/colunas/moraes/ed5100.htm
http://www.totalsport.com.br/colunas/moraes/ed5200.htm
http://www.fitnessbrasil.com.br/detalhenoticia.asp?NewsID=35
http://www.fitnessbrasil.com.br/detalhenoticia.asp?NewsID=122
Luciana 
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