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Sáb, 18/5/13 18:47

Cineantropometria

   Teve sua primeira conceituação no congresso Internacional de Ciências da Atividade Físicas, em Motreal, 1976. O uso do termo "Cineantropometria" aconteceu primeiramente em 1972, em um artigo escrito por Ross e Col. e, o termo Biometria foi lentamente substituído pelo Cineantropometria.
Seu Objetivo maior é a medida do homem , com vistas ao desempenho motor, em uma variedade de perspectivas. Para isso, necessita-se de testes precisos e adequados para analisar corretamente os resultados e empregá-los de maneira certa.

O objetivo do estudo da Cineantropometria na E.F.

* Avaliar o estado do indivíduo ao iniciar a programação;
* Detectar deficiências , permitindo uma orientação no sentido de superá-las;
* Auxiliar o indivíduo na escolha de uma atividade física que , além de motivá-lo possa desenvolver suas aptidões;
* Impedir que a atividade física seja um fator de agressão;
* Acompanhar o progresso do indivíduo;
* Selecionar elementos de alto nível para integrar equipes de competição;
* Estabelecer e reciclar o programa de treinamento;
* Desenvolver pesquisa Em E.F.;
* Acompanhar o processo de crescimento e desenvolvimento dos alunos. (Carnaval,95)

Avaliação Antropométrica (classificação)

Desde a antiguidade o homem tem a curiosidade de medir seu corpo empregando parte dele como unidade de medida. Os egípcios por exemplo deixaram trabalhos que mostravam a existência de proporção entre uma parte do corpo com o todo.

A classificação das medidas utilizadas em E.F. são , segundo carnaval, 1995, no livro: Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte:

LINEARES
Longitudinais ou alturas e comprimentos
Transversais ou diâmetros
CIRCUNFERÊNCIAS OU
PERÍMETROS
Diversas

MASSA OU PESO

Dobras cutâneas e peso na balança

Medidas Lineares Longitudinais

Alturas longitudinais, correspondem às distâncias tiradas de um ponto antropométrico ao solo, tomadas por meio de um antropômetro ou altímetro, que deverá ter a precisão de 0,1 cm.

Comprimentos longitudinais, correspondem às distâncias entre dois pontos antropométricos medidas longitudinalmente por meio de um antropômetro ou pela diferença entre sua alturas.As mais usadas são:

Estatura: é a distância do ponto vértex à região plantar. Pode ser tomada com o avaliado em pé ou deitado. (na falta de uma balança com a trena, encostar o indivíduo na parede e utilizando de uma fita métrica marcar o ponto mais rente ao topo da cabeça do indivíduo na parede medindo até o solo-indivíduo sem sapatos)

Altura Total: é a distância do ponto dactylionn até a região plantar, estando o avaliado com o membro superior direito na vertical elevado a 180 graus, por sobre a cabeça e com o cotovelo estendido. (com o braço levantado totalmente, medir da pontinha do dedo médio até o pé tocando o calcanhar no chão)

Cuidados ao Se Efetuar as Medidas Longitudinais

1.O indivíduo deve estar descalço;
2.O indivíduo deve manter-se de pé, com os pés juntos e voltados para frente, ombros relaxados e braços ao longo do corpo, estando o plano de frankfurt (linha imaginária que passa pelo ponto mais baixo do bordo inferior da órgita direita e pelo ponto mais alto do bordo superior do meato auditivo externo direito) rigorosamente posicionado;
3.A haste do antropômetro deve estar perpendicular ao solo e os ramos perpendiculares à haste;
4.Alguns autores recomendam, que o indivíduo faça inspiração, procurando compensar o achatamento dos discos intervertebrais, ocorridos durante o dia.

Comprimento de Membros

Envergadura: Distância dactylion direito ao esquerdo, estando o indivíduo em pé com os braços abduzidos (abertos na altura dos ombros), formando um ângulo de 90 graus com o tronco; os cotovelos devem estar estendidos e os antebraços supinados.

Transversais: Também conhecidas como diâmetros, são medidas tomadas com um antropômetro de largura e profundidade entre dois pontos, usadas para mensurar o crescimento e o desenvolvimento ósseo, transversalmente e antero-posteriormente;

Biacromial: Com o testado em pé, corpo relaxado, braços ao longo do corpo de costas para o avaliador , medir a distância entre os pontos acromiale direito e esquerdo (ombro à ombro);

Toráxico Transverso: é a distância entre dois pontos resultantes da interseção do plano horizontal, a nível do ponto meso-esternale, e as linhas médias axiliares. o testado deerá estar em pé e a medida será feita ao fim de uma expiração normal.(de uma axila à outra);

Toráxico ântero-posterior ou de profundidade: utilizando-se um antropômetro de braço curvo, mede-se a distância entre os pontos meso-esternale e o ponto no processo espinhoso vertebral correspondente ao ponto meso-esternale, no plano horizontal que passa por ele. O indivíduo deve estar de lado para o avaliador ;

Bi-iliocristal: distância entre os pontos íliocristale direito e esquerdo com o avaliado em posição ortostática, de frente para o avaliador ( de uma crista ilíaca à outra);

Bi-troncantério: distância entre os pontos trocantéricos direito e esquerdo com o indivíduo em posição ortostática, de frente para o avaliador;

Bi-epicondiliano de úmero: distância entre os epicôndilos medial e lateral do úmero, com o indivíduo em posição ortostática, braço flexionado em 90 graus com o tronco e o antebraço formando 90 graus com o braço;

Bi-estilóide: distância etnre os processos estilóides do rádio e da ulna, estando ot estado em posição ortostática, com o braço flexionado em 90 graus com o tronco e o ante-braço supinado, formando um ângulo de 90 graus com o braço.

Bi-condiliano de Femur: distância entre os côndilos medial e laterla do fêmur, estando o testado sentado com os pés , apoiados no chão, a coxa formando um ângulo de 90 graus com o tronco e a perna formando ângulo de 90 graus com a coxa.

Bi-maleolar: distância entre os dois maléolos (medial e lateral), estando o testado sentado e com os pés apoiados no chão.

Cuidados ao serem tomadas as medidas dos diâmetros:
*O antropômetro não deve ficar froxo, nem fazer pressão excessiva;
*Salvo quando houver especificação , o antropômetro deve ser colocado perpendicular ao diâmetro medido.

Perímetros Musculares (circunferências corporais)

    Medidas que determinam os valores de circunferências de um segmento corporal perpendicular ao eixo longitudinal do mesmo segmento.

    O professor através da medição periódica dos perímetros musculares pode controlar a evolução do desenvolvimento entre os diferentes grupos musculares de seu trainee, a fim de evitar ou corrigir distorções de volume entre estes, o que acarretaria na perda da proporcionalidade, e consequentemente da harmonia do físico.

Como Usar a Fita Métrica:
A fita deve ser uma fita métrica comum e bastante flexível. Para medir as dobras é necessário colocar a fita levemente na superfície da pele, de modo a esticá-la, porém sem pressionar a pele. Caso coloque a fita muito justa, irá comprimir o tecido mole e fazer com que o valor venha a ser menor do que na realidade.
O melhor a fazer para se ter certeza do resultado é tomar 2 vezes a medida de cada local e fazendo a média dos valores encontrados.

Sugestões de posições para a fita métrica durante a medida dos perímetros musculares:

Pescoço: abaixo da glote;
Ombros: sobre o terço médio dos deltóides médios;
Braços: pode ser medido de duas formas:
*relaxado -com o braço ao lado do corpo relaxado e um pouco abduzido ou mão na cintura, circundar a fita a nível do ponto meso-umeral ou de maior perímetro;
*contraído - flexionado a 45 graus com os cotovelos à altura dos ombros contraindo o bíceps, sobre o ponto de maior perímetro.
Antebraço: estendidos ao longo do corpo e palmas das mãos para cima ou mãos na cintura, sobre o ponto de maior perímetro;
Punho: Braços ao longo do corpo, palma da mão voltada para frente e relaxada, colocar a fita métrica ao redor do punho nos processos estilóides radial e ulnar;
Tórax: mãos na cintura-podendo medir inspirado, expirado e normal
Homens: sobre a linha dos mamilos;
Mulheres: sobre a linha sub-axilar;
Cintura (apenas mulheres): sobre o ponto de menor perímetro;
Abdômem: sobre a cicatriz umbilical. (alguns indivíduos apresentam um maior acúmulo de gordura abaixo do umbigo, nestes casos passa-se a fita métrica imediatamente acima dos espinhas ilíacas antero-superiores);
Quadril: sobre o trocânter maior de cada fêmur;
Culotes (apenas mulheres): abaixo da dobra glútea;
Coxas (contraídas):
homens: 10 e 20 cm -medir a partir da borda superior da patela
Mulheres: 10 e 25 cm - medir a partir da borda superior da patela
Panturrilhas: com os pés ligeiramente afastados, distribuindo o peso do corpo entre ambas as pernas medir no ponto de maior perímetro.

Veja as equações para Cálculo do Percentual de Gordura através de Medidas Antropométricas

Fonte:
Carnaval, 1995- Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte
Filho,José Fernandes -A prática da avaliação Física -

Medida de massa através da balança

    Quando se fala em medir massa, surge a idéia de peso. O peso é uma das medidas mais utilizadas em E.F. como elemento de controle do esforço e obesidade. Entretanto, vários autores chama a atenção para o fato de que esse dado isoladamente não é adequado para se afirmar se uma pessoa é obesa ou magra; tão pouco é o elemento de controle de esforço. Uma pessoa pode aumentar o peso corporal ganhando músculos, ao mesmo tempo que baixa o peso de gordura. Por isso, faz-se necessário conhecer a quantidade de gordura no corpo. Mas vamos ao peso pela balança:

O peso é medido com uma balança oscilando seus valores entre 100 grs.

Técnica de manejo da balança:

*Travar a balança , sempre que ela apresentar trava;
*O indivíduo testado deve subir pisando no centro dela, mantendo-se ereto e de costas para a escala de medida;
*Movimentar o cilindro maior para encaixar na dezena correspondente;
*Destravar a balança;
*Movimentar o cilindro menor até que ocorra o nivelamento dos ponteiros guia;
*Travar a balança;
*Pedir para o avaliado descer da balança;
*Fazer a leitura;
*Dar o reset na balança.

Obs: antes de iniciar a execução da medida, observar se a balança está nivelada, se o testado está com mínimo de roupa, está sempre fazendo a medida num mesmo horário ,deslocar os cilindros com suavidade e com a balança travada e ainda não fazer a medida do peso após a atividade física.

A obesidade pode ser definida , de acordo com padrões varidos . Dados colhidos no séc. passado , por companhias de seguro levou a se definir percentuais ideais para uma determinada idade e altura. Ver como calcular e Tabela.

Avaliação Corporal

    A composição corporal envolve a gordura e a massa corporal magra, a qual é composta de todos os componentes do nosso corpo exceto a gordura. O conhecimento da composição corporal é importante não só para a E.F. , mas também para outras profissões da área de saúde, já que existem inúmeras doenças que são intimamente relacionadas com a obesidade (percentual de gordura elevado).

    Sloan, 1970, afirma que comparações de peso entre indivíduos possuindo a mesma estatura, idade e sexo são um índice falho de obesidade, mas a um maior desenvolvimento de ossos e músculos. Como os tecidos ósseo e muscular são mais densos e logo mais pesados que o tecido adiposo, um índice de obesidade pode ser muito mais preciso se determinado a partir da medida da densidade do corpo (pesagem hidrostática):

Peso específico = peso do ar/(peso no ar-peso na água).

   O método da densitometria , além de consumir muito tempo, ainda exige aparelhagem sofisticada e dispendiosa, não sendo, portanto viável no dia-a-dia do professor . Sendo assim Brozek, 1951, observou a correlação entre a densidade corporal e a espessura das dobras cutâneas e desenvolveu uma equação através da qual se torna possível estimar a gordura percentual a partir do conhecimento da espessura das dobras cutâneas , já que a densidade do corpo depende da composição corporal.
   Para se conseguir esta medida utilizamos um aparelho chamado plicômetro ou compasso de dobras cutâneas.

Como Usar o Compasso

    O COMPASSO é um aparelho utilizado para medir a distância entre dois pontos. O processo para medir a espessura das pregas cutâneas consiste em pinçar firmemente com o polegar e o indicador formando uma prega cutânea.
A espessura da dupla camada de pele e tecidos subcutâneos é lida a seguir no mostrador do compasso e registrada em milímetros. Deve-se ter cuidado de não incluir tecido muscular, se houver dúvida, pedir ao avaliado que faça uma contração da musculatura do local. Todas as medidas devem, de preferência, ser feitas de um só lado do corpo - alguns aconselham o lado direito - com o indivíduo de pé e com vestimenta apropriada para facilitar as medidas.

Tanto o teste como o reteste deve ser executado pelo mesmo avaliador a fim de se evitar grandes margens de erros. É recomendado que sejam feitas 3 tentativas para cada dobra e seja levado em conta o valor médio das mesmas e que se espere um tempo de pelo menos 2 segundos para que o compasso possa precionar a dobra corretamente (GARCIA e col.,1989).

Roteiro das Dobras Cutâneas Mais Utilizadas

PEITO (PT):
Homens : toma-se uma dobra diagonal na metade da distância entre a parte superior do peitoral e o mamilo;
Mulheres: Toma-se uma dobra diagonal a um terço da distância da linha axilar anterior e a mama ;

SUB-AXILAR (SA): Toma-se uma dobra vertical na linha axilar média ao nível do apêndice xifóide no estermo ;

TRÍCEPS (TR): Toma-se uma dobra vertical na linha média da parte superior do braço, a meio caminho entre o ombro e o cotovelo ;

BÍCEPS (BI): Toma-se uma dobra vertical na linha média da parte superior do braço a meio caminho entre o ombro e a fossa cubital , sobre o bíceps braquial, ao nível do mamilo;

SUBESCAPULAR (SB):Toma-se uma dobra oblíqua média imediatamente abaixo da extremidade inferior da escápula;

ABDOMINAL (AB): Toma-se uma dobra vertical medida a uma distância lateral de aproximadamente 2 cm do umbigo ;

SUPRAILÍACA (SI): Toma-se uma dobra ligeiramente oblíqua medida imediatamente acima do osso do quadril, coincidente com uma linha imaginária descida da linha axilar anterior ;

COXA (CX): Toma-se uma dobra vertical na região anterior da coxa na metade da distância entre o quadril e as articulações do joelho ;

PERNA (PR): Toma-se uma dobra vertical no lado medial da perna no local de maior circunferência ( meio do gastrocnêmio, ou panturrilha).Para facilitar deve-se pedir que o testado apoie seu pé em um banco voltado para o examinador;

Sugestão: Veja as Fotos no site da terrazul %gordura.htm

Ver as equações para Cálculo do Percentual de Gordura através de Dobras Cutâneas

Tabelas de Classificação do Nível de Obesidade

   Com o resultado das dobras cutânes, o indivíduo pode ser classificado de acordo com a tabela abaixo desenvolvida nos padrões médios da população norte-americana. Calcule seu valor preciso de % de gordura aqui

Limite Normal
Moderadamente Obeso
Excessivamente Obeso
Gordura Ideal
Gordura essencial
Homens
15%-20%
20%-25%
25%-30%
10%-14%
3%
Mulheres
25%-30%
30%-35%
35%-40%
14%-18%
12%
(Indivíduos acima de 18 anos- Mcardle, 1992)

Excessivamente
Baixa
Baixa
Adequada
Moderadamente
Alta
Alta
Excessivamente
Alta
Homens
até 6,0%
6,01%-10%
10,01%-20%
20,01% a 25%
25,01%a 31%
> 31,01%
Mulheres
até 12%
12,01%-15%
15,01%-25%
25% a 30%
30,01% a 36%
> 36,01%
(Crianças e Adolescentes de 7 - 17 anos - Deurenberg, PP. Pieters, J.J. L. e Hautuast, J.G.L., 1990)

VEJA AS TABELAS-PADRÃO (Pollock ,1993) PARA: HOMENS , MULHERES E CRIANÇAS

"O conceito de padrões de referência não significa que homens e mulheres devam esforçar-se para alcançar a composição corporal dos modelos de referência, nem que homem e mulher de referência sejam de fato "médias" .
   Os modelos são úteis como estrutura de referência para comparação estatística e interpretação dos dados (McCARDLE e e col.,1985) . "

A importância da Avaliação Física

A Qualidade Faz a Diferença
(Profa. Daisy Pinheiro)

    Atualmente, há uma grande procura pela prática de atividades físicas. Porém, a falta de orientação especializada e adequada aos objetivos e limitações de cada pessoa acaba por conduzi-las à prática de exercícios sem nenhum tipo de avaliação, pondo em risco a sua saúde, principalmente, àqueles com mais de 35 anos que apresentam fatores de risco cardiovasculares. Isso faz da avaliação física um componente indispensável para a elaboração de um correto e eficiente programa de exercícios.

    Para uma boa avaliação física temos de analisar muitas variáveis: antropométricas; composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares; avaliações nutricionais, psicológica e social. Estas duas últimas são essenciais para que um programa de treinamento tenha pleno sucesso, porque nos dão acesso aos hábitos e à personalidade da pessoa.

    Associando a identificação de parâmetros pessoais de cada um com todas as outras variáveis conseguimos descobrir uma ou mais atividades prazeirosas para que o indivíduo com elas se identifique, e alcance os objetivos pretendidos sem ser contrariado.

    Quando uma pessoa não se identifica com algum aspecto de uma atividade física é natural que a abandone. É difícil alguém continuar por muito tempo algo que não lhe dê prazer. Se faz então, mais do que necessário, uma avaliação completa, envolvendo todas as variáveis biopsicossociais para que a maioria das pessoas não desista antes de desenvolver o hábito de praticar algum tipo de exercício físico, adquirindo assim seu verdadeiro seguro saúde.

    Uma avaliação bem feita é aquela em que se utiliza critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indique, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado. Em meio a tanto conhecimento técnico-científico, não se pode mais permitir a utilização do protocolo do "achismo", ainda empregado por alguns profissionais em suas avaliações. Só é possível fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação física em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados.

    Além disso, as avaliações devem ser periódicas e sucessivas, permitindo uma comparação para que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o programa de treinamento e estabelecer novas metas.

 

 

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